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Pois é… agora chegamos ao ponto que temos que fazer investimentos para minimizar prejuízos em virtude da criminalidade. Ou investir no prejuízo calculado. Independente da discussão sobre o quanto é caro um iPhone no Brasil, entendo que cada um tem que ter o direito de manter os seus bens adquiridos honestamente, e que o alheio não tem o direito de surrupiar o que não é seu, apenas porque o outro tem.

E agora, passamos para um novo nível: o de investir em smartphones falsos, na certeza que seremos assaltados um dia.

No fundo, acho que a vítima em questão tem a sua dose de razão. Eu faria a mesma coisa. Antes o ladrão levar o smartphone falso do que o verdadeiro. O duro é ter que adotar o “jeitinho brasileiro” para proteger o nosso bem pessoal. E se as coisas fossem um pouco diferentes no Brasil, não seria necessário gastar mais R$ 150 para proteger um bem de R$ 2.700.

O Brasil poderia ser um pouco diferente, não? Só um pouquinho… pra começar…

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Consegue ver alguma diferença?

Nem eu.

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