tomada brasileira

 

Nessa semana, tenho dependido das tomadas alheias mais do que o normal.

Como estou em processo de mudança de apartamento, eu tenho passado a maior parte do tempo fora de casa. A parte do meu trabalho eu estou fazendo em cafés ou restaurantes, que é onde tem eletricidade.

Sim… o lugar provisório onde estou não tem energia elétrica. Sim, amigos… a vida é dura, mas está melhorando.

E é nesse vai e vem de correr atrás de documentação para alugar apartamento e outros expedientes é que eu vejo como eu dependo de uma tomada por perto.

 

Eu já me dava conta disso em casa. A quantidade de extensões, adaptadores de energia e adaptadores de tomada que eu tenho e uso é algo assustador. Só não acontece um curto circuito porque quase tudo tem filtros de linha e estabilizadores para aguentar o tranco. Caso contrário…

Porém, quando você fica a maior parte do tempo sem energia, é que realmente temos consciência de como dependemos dela.

Parece óbvio o que estou falando. E é bem óbvio.

Todos os principais dispositivos que eu uso dependem de eletricidade para funcionar. Mas só damos importância para esse item quando a bateria do smartphone ou do notebook começa a acabar.

Nessas horas, a situação é tão desesperadora quanto não ter papel higiênico no banheiro.

 

Mas é apenas uma fase. Que está acabando.

Acredito que até sábado eu estou no novo apartamento. Com eletricidade e cheio de tomadas para usar e abusar.

Até lá, vou andando de um lado para outro, procurando um local seguro para carregar meus gadgets.

 

Aliás, você sabia que você não pode carregar o seu smartphone ou notebook na tomada de um shopping, pois você está gastando energia elétrica do condomínio?

Mas… e o café que eu paguei? Não estão incluídos as taxas que o condomínio cobra?

Enfim… vida que segue.

 

P.S.: eu ainda odeio com todas as minhas forças a pessoa que inventou o padrão de tomada brasileiro…