Em algumas ocasiões bem peculiares, eu chego à conclusão que as pessoas “pagam” para ler os conteúdos que publico na internet. Só que eu sou o único que não recebo o dinheiro que eles me pagam. Mas por pagarem por um conteúdo que recebem de graça, essas pessoas se dão o direito de exigir algo que não é, nem de longe, de direito deles. Como por exemplo dizer o que eu devo ou não escrever nos blogs.

Calma, vou explicar.

Sugestões são sempre muito bem vindas. Recebo todos os dias sugestões de pautas, e sempre que possível, essas sugestões se tornam pautas. É assim que funciona. Se a sua sugestão não virou pauta, não reclame: afinal de contas, o blog é meu, e sou eu que escolho o que escrevo nele.

Porém, a última moda das interwebs é as pessoas “dando ordens” pelas redes sociais, exigindo a remoção de pautas, como se fosse uma ofensa pessoal aquela publicação ir ao ar. Veja abaixo um exemplo do que eu estou falando.

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Será que eu devo atender o pedido desse pobre infeliz, que não gostou de uma simples publicação de uma parceria? Ou não seria mais fácil ele simplesmente ler aquilo, ignorar e dizer intimamente “vida que segue”?

É engraçado como as pessoas não se limitam mais em não gostar das coisas, mas agora exigem que o outro mude para te agradar. De novo: geração crada pela avó dentro de um apartamento, na base do Neston… não é assim que o mundo gira! Não quero viver no mundo onde existe um bando de mimadinhos digitais babacas, que acreditam que, por causa da liberdade de opinião e expressão, podem simplesmente impor as suas vontades como se estivessem pagando por esse conteúdo.

E, mesmo que estivessem pagando. Não faço o blog para fulano, beltrano ou ciclano.