Oscar Schmidt

 

13 minutos em quadra. 2 acertos em 2 arremessos. Um rebote. Uma vitória.

Assim resumo a passagem de Oscar Schmidt no Jogo das Celebridades do final de semana do All-Star Game 2017 da NBA.

Pode parecer pouco, mas para um homem que passou por tanta coisa dentro e fora da quadra, é uma vitória das grandes. É uma celebração à vida.

Oscar é membro do Hall da Fama do Basquete desde 2013 (seu padrinho foi ninguém menos que o seu ídolo na NBA, Larry Bird). É o maior pontuador em Jogos Olímpicos, um dos maiores pontuadores profissionais de todos os tempos.

Um dos melhores jogadores de basquete da história.

E ainda criticam esse cara?

 

Quem é alguém para criticar Oscar Schmidt no basquete?

Não houve no Brasil ninguém melhor que ele. Todos ficam atrás. Podem ter campeões mundiais por aí criticando a NBA pela homenagem (que sim teve interesses comerciais da própria liga e de patrocinadores, que idealizaram a ação), mas nem esses caras conseguiram ser melhores que esse cara.

Nenhum deles conseguiu despertar a paixão genuína ao basquete no brasileiro como Oscar Schmidt.

É impressionante como tem muito brasileiro frustrado que, para se sentir melhor, insiste em diminuir aquele que chegou a algum lugar.

É inacreditável como tem brasileiro que não é bosta nenhuma, e ainda quer criticar quem é realmente o melhor no seu setor.

Oscar foi um cara que só não foi para a NBA porque ELE NÃO QUIS! A NBA quis ele em 1984, e ele disse NÃO. Acreditou em suas convicções e foi um vencedor.

 

Sério… a inveja é uma merda.