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Eu adoro o home office. Sério. Ser dono dos seus horários, do quanto vai trabalhar, como vai trabalhar… isso não tem preço.

Na verdade, tem sim. No meu segmento, não existe horários muito definidos para trabalhar. Várias horas na frente do computador, textos e textos intermináveis, viagens… mas tudo vale a pena. E eu adoro fazer isso.

Mas, de vez em quando, poucas coisas são tão prazerosas do que levar o home office para qualquer lugar.

Poder sentar em uma cafeteria (adoro café, por sinal), colocar uma versão reduzida do meu material de trabalho na mesa e degustar um café enquanto produzo meu material… isso não tem preço.

Na verdade, tem preço sim: o preço do café que eu tomo.

A foto acima mostra basicamente tudo o que preciso para trabalhar em qualquer lugar: um notebook pequeno (hoje, um Positivo Duo, mas no futuro volta a ser um ultrabook Toshiba Portege Z930… mostro quando chegar), um smartphone (para comunicação e conectividade de dados), e um café, é claro.

 

 

Os pequenos prazeres da vida, combinados com o trabalho nosso de cada dia

 

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É impressionante como esses pequenos prazeres da vida compensam eventuais dificuldades.

Mais impressionante ainda é que, desse modo, o trabalho não é uma obrigação, mas sim um prazer.

Reconheço que são poucos que podem dizer que efetivamente fazem o que gostam e são donos do próprio tempo. Por isso, me considero um privilegiado.

Ah, e sobre o escritório móvel… eu até colocaria mais alguns pequenos itens para melhorar a produtividade, como por exemplo uma bateria externa recarregável.

Mas o mais importante é que tudo o que você precisa deve caber em uma mochila. E que a mesma não pese nas suas costas.