Várias aspas nesse texto. De propósito? Talvez. Vamos descobrir lá no fim.

Eu costumo ler o manual de instruções. Procuro prestar atenção nas orientações passadas, e procuro seguir as regras do jogo. É o mínimo que se pede quando você está participando de qualquer coisa.

Porém, algumas pessoas não conseguem simplesmente ouvir uma orientação, e realizar exatamente aquilo que é solicitado.

Não pode ser tão difícil assim. Todo mundo que entendo ser inteligente deveria fazer isso. Ainda mais pessoas que se dizem estudadas, especialistas e influenciadores em um determinado setor.

Mas não é isso o que acontece.

Parece que o coletivo é realmente burro e imbecil na hora de tomar decisões, principalmente porque não é capaz de prestar a devida atenção em regras de boa convivência que considero minimamente essenciais. E quando não conseguem seguir as regras, essas pessoas acabam estressando aquelas que seguem ou propõem as regras.

Três exemplos muito claros aconteceram nesse final de semana, durante o ASUS OnBoard 3.

 

Antes do evento (bem antes, quase 40 dias antes), foram criados dois grupos oficiais de comunicação. Um no WhatsApp, e outro no Telegram. E esses grupos contavam com finalidades específicas.

O grupo do WhatsApp tinha como objetivo o envio de comunicados oficiais da ASUS, além de uma via de acesso para tirar dúvidas em privado com os profissionais da empresa. Já o grupo do Telegram foi criado para a comunicação geral, com conversa livre entre os participantes do cruzeiro, até mesmo com o objetivo de criar uma maior interação entre os envolvidos antes do evento.

Os moderadores do grupo do WhatsApp deixaram muito claro desde o começo que aquela ferramenta era apenas para comunicações oficiais por parte da empresa, e pediu encarecidamente que os participantes do grupo deixassem o mesmo live para facilitar a leitura das mensagens.

Obviamente, isso não aconteceu. Sempre tinha um que simplesmente ou deixava um bom dia, ou compartilhava uma foto, entre outros tipos de mensagens.

 

 

O segundo incidente ocorreu ainda nesse final de semana, após a demonstração de alguns protótipos de produtos da empresa, onde os especialistas de design da ASUS falaram em linhas gerais sobre o quão trabalhoso era o processo.

Logo após a apresentação, os jornalistas, blogueiros, podcasters, youtubers, influenciadores em geral e demais presentes foram convidados a VER os produtos mais de perto, com duas condições:

 

1. NÃO TOCAR NOS PRODUTOS, SOB NENHUMA CIRCUNSTÂNCIA
2. Não registrar fotos e vídeos dos produtos sob sigilo, ou publicar imagens do material relacionado a esses itens.

 

E adivinha o que aconteceu?

Sério, tem gente que tem olho na ponta dos dedos, o que é uma burrice sem tamanho, já que esse é o tipo de desconforto que pode ser evitado. Basta seguir as regras do jogo impostas. Não custa nada. Afinal de contas, já estão no evento com (quase) tudo pago.

 

Mas a pior de todas eu descrevo como “memória lesada por conta do excesso de álcool do dia anterior”. Ou burrice mesmo.

Durante a apresentação de hoje, foi anunciado que o ASUS Zenfone AR, primeiro dispositivo com o sistema de realidade aumentada Tango a chegar no Brasil, vai estrear no nosso mercado “até o final do segundo trimestre de 2017”. Em alto e bom som. Com um slide com letras garrafais mostrando essa informação.

Mas… vocês não podem imaginar quantas vezes fizeram a mesma pergunta para o profissional da ASUS que continha essa informação.

 

Na boa? Seja para fazer gracinha para parecer engraçado, ou seja pela burrice mesmo… é algo vergonhoso.

O mínimo de atenção ao seguir as regras ou ouvir informações passadas claramente para um grupo de pessoas é o que peço de qualquer ser humano. Não é possível que pode ter gente tão ignorante assim.

Ainda mais em um meio de pessoas que são “profissionais” da área.