papelão

 

Uma coisa é certa: a gente come papelão há décadas, e QUASE NINGUÉM morreu com isso.

O que não quer dizer que é uma coisa legal.

 

A carne é fraca. É claro que é. Só não precisava ser podre e processada com papelão. Se bem que eu continuo achando que carne moída com papelão deve ser muito melhor do que carne moída com pelos do Tony Ramos…

Mas essa não é a questão.

A questão é que o Brasil realmente está parecendo uma carne podre processada misturada com papelão e outras substâncias de gosto duvidoso que ainda vamos descobrir o que é.

A impressão que dá é que o poço não tem fundo. E quando encontramos o fundo do poço (aka Petrolão), alguém joga uma pá na nossa cabeça.

Nesse caso, uma propaganda da Friboi. O que dá quase no mesmo.

O pior de tudo não é nem o fato de comermos carne com papelão (por incrível que pareça), mas sim alguns daqueles que deveriam estar preocupados com a nossa saúde saberem disso. E não fazerem nada.

Sem falar no fato que praticamente todas as principais empresas de produtos processados e embutidos também estarem envolvidas no esquema.

Eu falo da Friboi porque é engraçado fazer piada com empresa que está mais próxima ao clã do Luís Inácio. Mas ver nomes como Sadia e Perdigão envolvidas no esquema é uma baita queimação de filme para eles.

 

O cheiro de arroz queimado foi substituído pelo cheiro de carne podre. E o cheiro vem de Brasília.

Se bem que faz tempo que tem carne podre vindo de lá. Poderia citar alguns nomes como exemplo, mas não quero ser processado. Mas é só pensar naqueles que representam os estados das Alagoas e do Maranhão.

O gosto amargo do papelão fica. Na boca, na mente, na alma….

Só resta torcer para que ninguém tenha congestão, ou intoxicação. Ou seja hospitalizado.

 

Mesmo porque no Brasil os hospitais públicos estão um lixo.