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A última tendência do mercado de smartphones (ao lado de tantas outras, como materiais premium e designs ultrafinos) é a presença de um slot SIM híbrido.

Basicamente, temos aqui um slot que pode suportar tanto  um chip micro SIM ou nano SIM e um cartão microSD, em um mesmo espaço físico.

Não é algo que me agrada, pois me impõe automaticamente uma “escolha de Sofia”. Mas é um mal necessário no entendimento de alguns fabricantes.

 

 

Essencialmente pela economia de espaço

 

Nem podemos dizer que é por conta da economia de preço, já que em teoria uma tecnologia nova (slot SIM híbrido) é mais cara que uma tecnologia antiga (slots individuais).

O único motivo plausível é a economia de espaço interno que um slot híbrido oferece.

Para começar, há mais espaço para componentes internos, o que automaticamente reduz a espessura do dispositivo.

Além disso, a própria disposição de um slot híbrido reduz em preciosos milímetros a espessura do smartphone.

E como os fabricantes hoje apostam praticamente tudo em design, a solução é mais que bem vinda.

 

 

Porém, isso me obriga a abrir mão de algo. E isso é bem chato!

 

Eu queria ter tudo na vida, mas não posso.

E uma das coisas que gostaria de ter é seguir usando dois SIM cards e um cartão microSD, como sempre fiz.

A maioria dos smartphones xing-ling consegue fazer isso. Mas os novos (e caros) modelos top de linha, não.

Com um slot híbrido, ou você fica com duas linhas de celular nos smartphones, ou você expande a sua capacidade de armazenamento no dispositivo.

Em um cenário atual onde temos a liberdade de escolher tantas coisas, ficar condicionado a algo é contrastante.

Ainda mais no mundo da tecnologia.