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Eu entendo a febre do emoji. Eu uso o emoji na minha comunicação do dia a dia. Mas… precisamos de uma revista sobre o assunto?

Entendo que as publicações impressas precisam se reinventar para recuperar audiência, tentando fugir da crise e evitar um fechamento de portas que é mais e mais frequente com a era digital e da informação gratuita. Mas… precisamos mesmo de uma revista para compartilhamento de figurinhas pela internet?

 

 

Faz e não faz sentido

 

A maioria dos usuários são leigos no mundo da tecnologia. Contam com tablets, smartphones e computadores, mas não conseguem usar direito esses dispositivos.

Logo, toda ajuda é válida. O que for feito para facilitar a vida dos usuários é algo bem vindo.

Porém, produzir uma revista com 360 emojis… é algo realmente necessário? O que a revista traz? A história do desenvolvimento desses emojis?

Acho que não.

Ah, sim… é uma revista ilustrada. É para as crianças. Tudo bem. Mesmo assim… há de ter temas melhoras para uma revista com essas aspirações.

Estamos falando de um item típico do mundo digital, que poderia ser distribuído em formato digital. Na pior das hipóteses, um simples voucher ou uma filipeta com as instruções para download dos emojis seria o suficiente.

Mas não uma revista.

E isso porque nem falei dos aspectos para o meio ambiente. Um gasto de papel desnecessário ao meu ver.

Ou seja, se você quer mais emojis para dissertar ainda mais sobre a sua vida através de figurinhas, meu conselho é: peça ao seu sobrinho para instalar.

Sim…. melhor pagar para o sobrinho do que comprar uma “revista especializada”.