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É realmente muito triste acordar com a notícia da tragédia aérea envolvendo o time de futebol da Chapecoense.

A equipe, profissionais do setor, jornalistas e outros se envolveram em um acidente aéreo antes de chegar à Medelín (Colômbia), onde o time teria que disputar o primeiro jogo da final da Copa Sul-Americana.

76 pessoas morreram. Cinco sobreviveram.

Nessas horas, vemos como a vida passa muito depressa. Como somos pequenos, frágeis.

Pensamos na dor dos outros. Não podemos dimensionar o quanto dói, mas sentimos a tristeza da perda repentina.

Quando tragédias como essas acontecem, repensamos nossas brigas com familiares, amigos… repensamos o fato de ter ou não inimigos ou desavenças.

Repensamos o que estamos fazendo de nossas vidas. O quanto estamos perdendo tempo na vida com coisas menos importantes e significativas.

A vida é algo que passa rápido. Que dura tão pouco. Pior: pode ser arrancado de nós de repente. Rapidamente.

Dizer que somos solidários com a dor dos familiares é algo óbvio. Efêmero. Quase irrelevante. Mas importante.

É uma forma de mostrar que ainda somos humanos.

Em uma era onde pensamos que “a zoeira não tem limites”, mostrar que sentimos a mesma dor do próximo é um sinal que ainda somos humanos.

Não podemos perder esses traços de humanidade que ainda residem dentro de nós.

E devemos sim repensar o que estamos fazendo das nossas vidas. Com seriedade.

#ForçaChape

 

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