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A geração Z não parou de xavecar no Tinder em 2020

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Nada contra o Tinder. Até acho válido que as pessoas falem sobre ele, já que toda e qualquer forma de relacionamento com outras pessoas é considerada válida por mim, e sem sexo a humanidade não existe. Mas não posso escrever este tipo de post no meu site principal, pois alguns anunciantes acham o tema meio “mamilos”. Literalmente.

Mas isso não impede que eu use o meu espaço pessoal na internet para comentar algo bem interessante que recebi da assessoria de imprensa do Tinder, para dizer o mínimo. Não é qualquer assessoria que consegue chamar a minha atenção com releases, já que tem muita coisa chegando no meu e-mail todos os dias. Porém, a frase que dá titulo ao post rende um post inteiro de reflexão sobre a prática abordada e pelo termo utilizado para ilustrar o comportamento da faixa etária em questão.

 

 

 

A geração Z não parou de xavecar em 2020

 

Tá. A gente sabe que a grande maioria dos usuários do Tinder é composta pelos mais jovens ou, nesse caso, pela geração Z. É mais do que óbvio que os mais novos utilizam as redes sociais em profusão para quem sabe obter o direito de contrair a cópula com o ser do sexo oposto ou do mesmo sexo (sem preconceitos neste blog, por favor).

Agora… será que a tal geração Z sabe o que significa o termo “xavecar”?

Quando eu ouço a palavra “xaveco”, eu sempre penso em algum programa perdido do SBT da década de 1990 ou 2000, apresentado pelo Celso Portiolli. É uma expressão relativamente datada, que imagino que os mais novos não vão saber o que realmente significa.

Não me entenda mal. Eu me tornei um tiozão na internet, e realmente não sei qual é o termo utilizado pelos integrantes da geração Z para o ato de tentar convencer o elemento do sexo oposto ou do mesmo sexo (vou simplificar: a outra pessoa) ao ato da fornicação sem compromisso. Confesso que fique desatualizado sobre as terminologias adotadas.

E… será que o assessor de imprensa que redigiu essa pauta também tem mais de 40 anos? Acho que não, pois boa parte dessa galera tende a ser mais nova do que eu. Mas… fica clara a referência do passado no uso do termo.

Além disso, quero deixar bem claro que as gerações mais velhas estão xavecando muito no Tinder. Como eu sei disso? Não me pergunte. Eu não tenho conta nessa rede social, mas tenho amigos (e, principalmente, amigas) dentro do grupo da melhor idade que passam o dia utilizando o dedo, esfregando de um lado para o outro…

…na tela, seus indecentes!

 

 

Em tempos onde a ciência diz que é para todo mundo ficar em casa para combater um vírus mortal (e alguns idiotas fazem exatamente o contrário), o Tinder não foi apenas a plataforma para o xaveco, azaração (outro termo que denuncia muito a minha idade) e, com alguma sorte, a nobre arte do onanismo através da webcam (uma turma foi atrás do termo no Google nesse exato momento).

De acordo com a plataforma, muitos usuários aliviaram tensões, protestaram, conheceram novas pessoas pelos seus valores e, pasmem, construíram novas amizades através de conversas construtivas e edificantes. Isso mostra que até mesmo os fornicadores tentaram evoluir no meio do caos.

Pessoal da assessoria do Tinder… eu não quis zoar a pauta de vocês. Mas achei divertido o uso do termo. Com isso, vocês alcançaram o objetivo: está aqui um post sobre o assunto.

E obrigado por me fazer pensar neste tema.


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