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Era uma vez uma rainha. A rainha tinha no seu reino uma série de súditos que eram bem cuidados, mas constantemente enganados pela política de “pão e circo” adotada pelo rei que governou antes dela. Como a população gostava do rei, aceitou a rainha de braços abertos.

A rainha não tinha pulso firme, não era articulada, não conseguia coordenar as ideias de forma rápida. Mas adotou as mesmas políticas do rei. Recebeu aceitação desse mesmo povo que, apesar de viver na base do “pão e circo”, acreditava que a rainha era o melhor para todos. Mesmo que todos não concordassem com isso.

Porém, a rainha começou a cometer alguns equívocos. Começou a se envolver com algumas pessoas erradas, tomar decisões desastrosas e, agora, quer até tomar alguns “atalhos” para seguir na governança. Parte do povo (boa parte do povo… para bem dizer a verdade, a maioria do povo) é contra os atos arbitrários dessa rainha, e alguns já entendem que, além de não ser uma boa governante, ela está naquele estágio onde podemos qualificá-la como louca.

Isso mesmo. Uma rainha louca.

Afinal de contas, só uma rainha louca assina contratos sem ler, coloca como aliados pessoas com comportamento suspeito, finge que não sabe de nada, faz declarações absurdas, usa de distorção da realidade para encobrir seus erros, mente para o seu povo, vendendo um país que não existe, age de arrogância e prepotência com aqueles que não concordam com o seu modo de governar, gasta o dinheiro do povo de forma irresponsável, não faz prestação de contas desses gastos…

A lista é longa.

A última loucura dessa rainha? Nomear o antigo rei como seu primeiro-ministro.

Com isso, ela vai virar uma figura decorativa. Um fantoche. Aliás, ela sempre foi. Jamais foi uma rainha capaz de sequer gerenciar direito os armários de casa, que dirá um país inteiro.

Mas o povo não vai deixar.

O povo vai lutar.

#NÃOVAITERGOLPE