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Feliz 2015, fanboys da Apple! Já começaram o ano tomando uma pancada de pau mole na cara com esse aumento de preços dos iPhones no Brasil. E sim… eu sei que o dólar está alto pra c*c*t* (até porque pago o meu servidor em dólar), e que estamos em uma crise financeira que afeta todos os setores da economia (parabéns, Dilma, por esse mar de prosperidade #SoQueNão). Mesmo assim, não me impede de AFIRMAR que se você pretende comprar um iPhone no Brasil, você é um GRANDE OTÁRIO.

Tá, você faz com o seu dinheiro o que você quiser. É seu direito. Mas não estou discutindo como você usa o seu dinheiro. Estou discutindo a sua inteligência mesmo. Faz alguns anos que eu digo categoricamente que a Apple é uma empresa que c*g* e anda para o Brasil, tratando o país como lixo, e sem nenhum interesse de aumentar a sua presença no país com preços mais competitivos.

Até porque nem precisa: os trouxas pagam o preço que for para ter os seus smartphones.

Porém, nos últimos dois meses, eles deixam esse desprezo mais explícito. Aumentaram duas vezes em dois meses os seus iMacs e Macs (uma em dezembro – 20% -, e a segunda agora, no primeiro dia do ano), e agora esse ‘generoso’ aumento de R$ 300 (em média) para todos os seus smartphones.

E o iPhone mais caro do mundo fica AINDA MAIS CARO (iPhone 6 Plus de 128 GB, por R$ 4.699).

A situação pode ficar ainda pior, se levarmos em conta que algumas operadoras, de forma até criminosa, adotam preços ainda mais caros que a Apple para diferentes planos de consumo. Mas nesse caso em particular, eu entendo que quem compra um iPhone nas operadoras de telefonia móvel sai da categoria de ‘otário’,  para entrar na categoria de ‘demente’. Esses precisam da ajuda de um médico com urgência.

Eu poderia não me importar em nada com isso, e rir daqueles que vão pagar esse absurdo por um smartphone que faz menos que o meu smartphone de uso pessoal (Motorola Moto Maxx… desculpa, mundo), mas não é bem assim. Eu entendo que quem compra um dos novos iPhones tem um elevado poder aquisitivo. Elevado a ponto de comprar o produto lá fora, algo que faz muito mais sentido do que pagar R$ 3.499 pelo modelo mais básico do iPhone 6 (16 GB).

Por outro lado, as práticas comerciais da Apple no Brasil mostram que a culpa também é do consumidor brasileiro. Se a empresa aplica esse preço, é porque tem uma massa considerável de imbecis consumidores disposta a pagar esse valor, sem questionar.

Se essa massa parasse de comprar, com certeza os preços seriam menores.

Porém, tem sempre aquela turma doida pelo hype, ou desesperada para se mostrar para amigos e familiares com um novo iPhone no bolso.

Enfim, pra resumir? Feliz 2015, fanboys da Apple. A empresa que vocês vivem tendo orgasmos a cada evento de apresentação de produtos que vão custar o seu rim quando chegarem por aqui mostra mais uma vez que vocês não são nada.

Me pergunto se, nessas horas, o fanatismo vale a pena.

Acho que não.