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Grand Theft Auto (aqui indicado como GTA para não ficar perdendo muito tempo) é um dos jogos de videogames de maior sucesso de todos os tempos. Muito popular entre os gamers (especialmente entre os brasileiros #ObrigadoCDPirata…), a franquia se popularizou pelo realismo da violência gráfica e modo de jogo que quase prega uma “terra sem lei” sem precedentes.

Pois bem, depois de anos com GTA V dominando as listas dos mais populares da galera, chegou a notícia (ou melhor o rumor) que Grand Theft Auto VI (ou GTA 6, para a galera) pode chegar ao mundo em breve. Mais do que isso: a sua história pode acontecer no Brasil. E, mais do que isso: que a trama pode acontecer no Rio de Janeiro.

Eu amo o Rio de Janeiro. É uma cidade linda, com um povo maneiro e praias únicas. Mas os meus amigos que moram no Rio de Janeiro vivem dizendo em coro: o Rio de Janeiro é para profissionais.

Não é fácil sobreviver na cidade, e com o cenário atual, ela seria o cenário perfeito para uma versão do GTA muito melhor que San Andreas. E é preciso um protagonista de peso para esse jogo. Alguém que é um verdadeiro especialista do Rio de Janeiro.

E quem é mais especialista sobre o Rio de Janeiro que Agostinho Carrara
(encarnado em um não tão bem humorado Pedro Cardoso)?

Tá, tem mais gente… mas lembrar desse cara é maneiro. Afinal de contas, é taxista (conhece o Rio de Janeiro como ninguém), tem engenharia social (já se livrou de tanta coisa), e é malandro o suficiente para sobreviver aos bandidos, mafiosos, traficantes e outras ameaças típicas do GTA.

Logo, eu apoio a inclusão de Agostinho Carrara de A Grande Família em Grand Theft Auto 6. Acho que os desenvolvedores devem ouvir o clamor do povo brasileiro e incluir o personagem no jogo, mostrando de uma vez por todas que a teoria do “o Rio de Janeiro é para profissionais” é uma realidade inquestionável.


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