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Acredite, se quiser, mas… Amazon e Google são considerados pelos norte-americanos mais confiáveis que o homem mais confiável dos Estados Unidos, Tom Hanks. A Morning Consult revelou as marcas mais confiáveis dos Estados Unidos, e as gigantes de tecnologia superam nesse sentido o ator vencedor de dois Oscars.

A pesquisa online envolveu quase 2.000 marcas por dois meses, com uma média de 16.700 entrevistas por marca. Foi questionado aos participantes sobre o quanto eles confiam em uma marca, e isso é muito importante para o sucesso de qualquer marca.

 

 

O médico de cabeceira é o mais confiável

O resultado da pesquisa revelou que a marca de maior confiança é o tal “médico de cabeceira” (50%), seguido dos militares, Amazon, Google e alertas extremos de previsão do tempo. A lista também conta com nomes não tão confiáveis assim, como Donald Trump (20%) e Warren Buffet (16%).

Também foi revelado que os entrevistados considerados integrantes da Geração Z (nascidos entre 1995 e 2015) estão mais inclinados a confiar nas gigantes de tecnologia, nessa ordem: Google, Netflix, Amazon, YouTube e PlayStation. Já os consumidores mais velhos consideraram o Serviço Postal dos Estados Unidos (42%) como a marca mais confiável, seguida por United Parcel Service, Hershey, Weather Channel e Cheerios.

 

 

Concentração de poder

As pessoas são mais desconfiadas quando percebem uma grande concentração de poder, revela o estudo. Os jovens norte-americanos são mais céticos em relação às marcas, colocando uma ênfase maior nas questões éticas. Esse comportamento é fácil de ser percebido aqui no Brasil, inclusive.

Os problemas que as gerações mais jovens tendem a enfatizar são em ter valores sólidos, tratar bem os funcionários, produzir produtos de forma ética (ou com conceitos éticos implícitos) e não discriminar os trabalhadores. Quem sabe no futuro veremos um cenário profissional mais humano e menos predador como encontramos hoje.

No final das contas, a Morning Consult revela que a maioria dos norte-americanos dão para as marcas individuais o benefício da dúvida. Ou seja, até que a empresa prove o contrário, o cidadão confia nessa empresa.

 

 

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