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Errar é humano. Corrigir o erro é um sinal de inteligência.

É o que a Apple está fazendo com a família de notebooks. Primeiro, o MacBook Pro eliminou o nefasto teclado mariposa, tão problemático e traumático, colocando no lugar uma versão atualizada do seu antigo e muito competente teclado com mecanismo em tesoura, atendendo assim ao pedido dos seus usuários.

Agora, a gigante de Cupertino repete a acertada mudança com o novo MacBook Air (2020), confirmando que a empresa matou a mariposa de vez.

Sobre as demais especificações… o que dizer? São as atualizações já esperadas.

 

 

 

Corrigir o erro e melhorar o que sempre foi bom

 

 

O MacBook Air basicamente lançou a tendência de ultrabooks no mercado de notebooks, o que fez com que pessoas como eu ficassem apaixonadas pelo formato ultrafino. É um dos principais segredos para o sucesso desse tipo de equipamento, que chegou a ser apresentado por Steve Jobs dentro de um envelope de papel para documentos.

Logo, não há motivos para a Apple modificar o formato desse produto. O MacBook Air (2020) é bem calcado no design dos modelos anteriores, com algumas pequenas modificações para alcançar uma maior relação tela-corpo, por exemplo.

O modelo está um pouco mais espesso, mas isso não significa que recebe mais portas de conectividade. O MacBook Air (2020) repete a aposta no minimalismo nesse sentido, e isso tende a desagradar a alguns usuários que querem utilizar diferentes tipos de dispositivos com o computador.

 

 

Por outro lado, boa parte (para não dizer a maioria) dos gadgets que temos hoje contam com a porta USB Type-C, e muitos no máximo usam um pendrive de vez em quando para transferir dados (especialmente em um mundo onde tudo está na nuvem). Eu mesmo pouco uso o pendrive no meu Samsung Chromebook Connect. A não ser quando eu recebo um pendrive de uma assessoria e, ainda assim…

No final das contas, dizer que o novo MacBook Air (2020) é um mais do mesmo seria injusto, pois ele recebeu a tradicional atualização de hardware que todos esperam que aconteça na apresentação de uma nova geração de um produto.

Porém, é correto afirmar que a grande novidade desse notebook é a expulsão do nefasto teclado com mecanismo em mariposa. Ele claramente não deu certo, trazendo mais problemas do que soluções para todas as pontas do processo.

 

 

Se eu recomendo para compra? Se você tiver essa bala toda na agulha para comprar o novo MacBook Air (2020), e precisa dos softwares da Apple para as suas atividades diárias… vá em frente na compra.

Só pelo novo “velho” teclado, vale a pena. E muito!


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