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Desde março de 2019, estamos testemunhando grandes problemas em serviços online que são considerados gigantes. E quando os gigantes caem, além do barulho enorme que a queda produz, várias pessoas próximas do gigante acabam sentindo de alguma forma. Nesse caso, os internautas que dependem dos serviços de Mark Zuckerberg.

Não é algo normal. Pode ser mera coincidência, mas algo diferente está acontecendo. Algo atípico. Singular.

Mas não vou falar de teorias conspiratórias nesse post. Vou me ater aos fatos e comentar de forma breve e resumida esses três grandes problemas que a internet testemunhou, e quais foram as explicações dadas por Mark Zuckerberg para todos os incidentes.

 

 

13 de março de 2019: várias horas com muitos problemas entre os serviços

 

 

Não foi no Ano Novo. Até porque o Facebook aprendeu a se preparar para a demanda de mensagens na virada do ano. Durante o dia 13 de março de 2019 (até a manhã do dia seguinte), a internet entrou em pânico quando três dos serviços mais utilizados tiveram graves problemas para enviar e receber mensagens e conteúdos. Porém, esta ainda não era uma queda global.

WhatsApp, Facebook e Instagram tinham problemas diferentes, mas todos relacionados com o envio de mensagens ou conexões nas contas. Na época, a explicação dada pelo Facebook foi vaga: “uma mudança na configuração do servidor”. A empresa desmentiu os rumores de um ataque de negação de serviço (DDoS). Telegram e PornHub se beneficiaram desse problema.

 

 

 

14 de abril de 2019: forte queda por tempo menor

 

 

A segunda queda dos serviços de Mark Zuckerberg em apenas um mês aconteceu em 14 de abril de 2019. O Facebook resolveu isso bem rápido, ainda mais considerando que era domingo (problema do mês anterior aconteceu em uma quarta-feira, e demorou mais para ser solucionado).

Os efeitos não perduraram por muito tempo, mas foram mais fortes do que os provocados pela queda em março. Não dava para enviar e receber mensagens de texto em nenhuma das plataformas do Facebook. Queda mesmo, que durou duas horas.

 

 

Aqui, o Facebook pediu perdão em comunicados oficiais, mas não especificou as quedas do WhatsApp, Instagram e Facebook.

 

 

3 de julho de 2019: uma não queda que durou várias horas

 

 

A queda da semana passada teve um pouco das outras duas. Não foi uma queda total como a primeira, pois os serviços seguiram acessíveis, mas com problemas. Por outro lado, foi mais breve e próximo do segundo na duração, sem que o Facebook fosse capaz de corrigir o serviço, apesar de reconhecer que trabalhou na falha.

Porém, por ter ocorrido em um dia de trabalho e durante a manhã nos Estados Unidos, o impacto mediático e social foi gigante, com milhões de usuários se questionando sobre a real raiz do problema.

 

 

O Facebook não se entrou em maiores detalhes além daquilo que foi dito no Twitter, alegando que a origem de tudo foi uma operação rotineira de manutenção. Porém, especialistas chegaram a pensar que foi um problema de CDN de imagens. Afinal de contas, as imagens não eram exibidas por falha nos argumentos em relação ao CDN, que devolviam erros com marcas de tempo das URLs.

 

 

 

A verdade do que realmente está acontecendo com tantas falhas no Facebook? Só o tempo vai dizer.


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