Estamos em um momento onde nos deparamos com os extremos. E não… eu não vou falar de temas polêmicos nesse post, por mais que sejam importantes para o nosso futuro. Quero falar sobre os extremos do mundo da telefonia.

Se por um lado temos os smartphones premium, com configurações completas e preços proibitivos para a maioria dos meros mortais, por outro lado temos os modelos mais modestos, porém, equilibrados, com bom desempenho, boas especificações e preços mais acessíveis.

O ASUS Zenfone Max Pro M1 é um claro exemplo do que eu estou falando.

O modelo chega ao mercado para competir diretamente com o muito bem elogiado Xiaomi Mi A1 (e também com o Mi A2 e Mi A2 Lite, lançados em 2018), e entrega todo esse conceito de smartphone de linha média que prioriza a boa experiência de uso, sem exageros.

Tal conceito nasceu com o muito amado Motorola Moto G de 2013, da era “Motorola by Google”. Esse smartphone quebrou paradigmas, e modificou todo um segmento, mostrando ao mundo que era possível sim ter um bom smartphone com desempenho equilibrado e preço competitivo.

Eu já falei algumas vezes sobre esse tema. O Moto G não é apenas um campeão de vendas. Assim como aconteceu com o iPhone, ele tem uma legião de fãs fiéis, que defendem o produto. E com razão.

O Xiaomi Mi A1 não repetiu a façanha, mas eu percebo que é tão bem quisto quanto. Não tenho números oficiais, mas eu sei que seu volume de vendas no Brasil é enorme, e com um preço realmente convidativo.

O ASUS Zenfone Max Pro M1 pode seguir o mesmo caminho. É um modelo com características conceituais semelhantes, e se vale do Android Puro para convencer o consumidor que entrega uma experiência de uso tão boa quanto os dois primeiros.

Não que a interface da ASUS seja pesada. Não é mais. Mas a ideia nesse caso é também uma maior flexibilidade nas atualizações.

Vou esperar o tempo passar. Quero ver se o ASUS Zenfone Max Pro M1 se transforma no novo queridinho da galera que procura um bom smartphone com preço abaixo dos R$ 1.500.