@oEduardoMoreira

Meu mundo tech, pop e geek!

Arquivo para a cateoria: TV por Assinatura

Quer pagar R$ 7,50 de Netflix? Pergunte-me como!

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Netflix

 

Netflix, sua linda!

Eu sou um feliz usuário da Netflix desde o seu lançamento no Brasil. Aliás, eu estive no evento de lançamento da plataforma em nosso país, e apesar da sua assessoria de imprensa não dar mais muita atenção para o TargetHD.net e para o SpinOff.com.br, eu sigo com o serviço porque eu simplesmente adoro a solução de consumo de entretenimento por streaming.

Além de entregar uma imagem final de alta qualidade, a oferta de conteúdo está cada vez melhor, principalmente no que se refere aos conteúdos originais. A Netflix está agregando valor à plataforma de forma notavelmente inteligente, sem falar nos investimentos nesses conteúdos exclusivos. Hoje, a plataforma gasta mais dinheiro nesse segmento do que a gigante HBO.

Não é pouco, meus amigos… vai por mim.

 

Porém, muitas coisas na nossa vida mudam. Na minha vida então, nem se fala. Mudei tanto nos últimos dois anos, que eu me assusto.

Mas uma coisa não vai mudar: eu não fico mais sem a Netflix.

Porém, eu estava pagando sozinho uma mensalidade de R$ 22,90. Não é caro, de verdade. Comparado com o que eu sou obrigado a pagar de TV por assinatura, é um valor que realmente não pesa no bolso.

Por outro lado… se existe uma alternativa para pagar menos… por que não utilizá-la?

 

O plano de R$ 29,90/mês da Netflix é a melhor relação custo-benefício que você pode encontrar, principalmente se você tem uma família em casa. Você pode conectar até quatro dispositivos simultaneamente, e pode consumir conteúdos em Ultra HD, algo que pretendo ter um dia com uma nova TV (acabei de ouvir um “amém, igreja”, o que é um sinal claro que isso vai acontecer).

Mas eu não tenho família. Quero dizer, até tenho, mas o restante da minha família é bem leiga em termos de tecnologia. Minha irmã mais velha já tem uma conta na Neflix (familiar também), e minha irmã do meio nem sabe direito o que é isso. Já meus pais são felizes só com a Rede Globo TV aberta.

A boa notícia é que eu não preciso morrer sozinho na mensalidade de R$ 30.

 

 

Dividir para conquistar

 

Nesse plano de R$ 29,90/mês, é possível inserir até quatro perfis de uso simultâneo, e não necessariamente dentro da mesma residência. Não há restrições sobre a utilização compartilhada da assinatura. Há sim o limite de utilização de dispositivos de forma simultânea.

A partir daí, é a matemática simples: R$ 30 (porque com R$ 0,10 eu não compro nem uma bala hoje) divididos por quatro pessoas = R$ 7,50 por mês.

Convenhamos… VALE A PENA!

 

Eu fiz a mudança para o plano de R$ 29,90 hoje.

Alguém aí está a fim de pagar R$ 7,50 por mês na Netflix?

Hein????

A @vivoemrede cobra R$ 100 para bater pregos na sua casa!

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vivo

 

De novo: a Vivo errando feio, errando rude!

Eu finalmente estou terminando de colocar os móveis na minha casa. Coloquei guarda-roupas, sofá cama e rack de TV nos locais em definitivo. Como toda pessoa consciente e racional, eu entrei em contato com a Vivo para mudar a posição do ponto de TV, que basicamente seria mudar o posicionamento por onde passa o cabo.

Algo RIDICULAMENTE SIMPLES: a distância de um lugar para outro é inferior a três metros, não seria necessário subir em forro ou laje, e era apenas tirar o mesmo cabo que passa pela parede lateral para uma outra parede, colocando os pregos na parede por uma questão estética.

E, antes que você me pergunte: sim… eu entrei em contato com o suporte da Vivo para fazer a mudança porque sigo as regras. Afinal de contas, a operadora alega “questões técnicas” para eles realizarem o serviço no lugar de qualquer pessoa fazer isso.

Porém, para minha surpresa, a Vivo afirmou que, para trocar um cabo de lugar e colocar pregos na minha casa, eles cobrariam R$ 99,90!

 

Sabe… nada contra a cobrança. Mas… vamos lá.

Isso aqui É UM ASSALTO! O cidadão que virá em casa fazer esse serviço nem mesmo vai precisar utilizar chave de fenda para fazer esse serviço. É um serviço que quase nada tem de técnico. É muito mas a parte estética do serviço.

Eu não me incomodo com a cobrança. Me incomodo com o fato de pagar R$ 100 em um serviço que eu mesmo pode fazer, mas que sou obrigado a chamar a Vivo por questões técnicas e burocráticas. Isso é ridículo.

Sem falar em um detalhe bem interessante…

 

Recebi a minha primeira conta da Vivo depois da mudança de endereço. Fiz um acordo de redução de valores, onde a própria Vivo me condicionou que, se eu ficasse no combo da operadora (TV por assinatura + telefone fixo + internet banda larga), não seria cobrado qualquer valor para a mudança de endereço.

Para a minha surpresa, a operadora está cobrando R$ 50 para a mudança de endereço do plano de banda larga. Lembrando: essa mudança FOI PROPOSTA PELA PRÓPRIA VIVO, uma vez que eles não podiam entregar a velocidade previamente contratada!

 

 

Então, Vivo… vamos conversar sobre isso?

“Mim” ajuda, @vivoemrede! Senão, vou ter que levar a Vivo para a Anatel!

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Vivo

 

Pelo visto, quem escreve sobre tecnologia no Brasil tem mesmo que tratar os serviços que contrata como “os inimigos”.

Eu caí na besteira de elogiar abertamente a Vivo por conta do atendimento que eles me prestaram no final da semana passada, antecipando em dez dias uma instalação dos serviços de internet, telefonia e TV por assinatura.

Eu me esqueci que o que a Vivo queria era cobrar a mais e mais rápido, e o cliente que se lasque.

 

Explico: quando solicitei a mudança de endereço, eu entrei em um acordo de redução de valores com a Vivo. Eles me ofereceram um plano mais barato, e eu aceitei esse plano. Porém, só poderia efetivar a mudança de plano após a mudança de endereço.

Paralelo à isso, fiz um acordo de pagamento com a Vivo para realizar todos os serviços. Realizei o pagamento da fatura em 12 de janeiro, e solicitei a mudança de endereço. Eles fizeram isso rapidamente.

Porém, a Vivo levou mais de 10 dias para dar baixa no pagamento de uma fatura, e isso impediu a mudança de plano.

Sem falar que, por conta de uma indisponibilidade técnica deles, a minha internet de 50 Mbps foi reduzida para 25 Mbps, e o novo plano com preços menores precisava ser revisto.

A Vivo levou dias até perceber que o sistema não deu baixa em uma fatura paga, levou dias para fazer a mudança de plano (e eu pagando mais caro pelo serviço), e ia levar dias para solucionar a questão da alteração de velocidade de internet… algo que já havia sido feito por eles mesmos!

 

PARECE que a Vivo conseguiu resolver todos os problemas. Digo PARECE, porque minha internet está caindo toda hora, e não estava assim. Marcaram uma visita técnica para o dia 26 de janeiro.

Mesmo assim, tive que fazer barulho nas redes sociais e no YouTube. O vídeo abaixo foi lançado uma hora antes da Vivo “miraculosamente” resolver todos os problemas pendentes.

 

Não vou mais elogiar. Afinal de contas, eu estou pagando. É obrigação deles me oferecerem o melhor serviço, e não esse meia boca que eles chamam de “qualidade”.

Não vou retirar o vídeo nem fazer uma retificação do mesmo. É dever deles reconhecerem os erros e entregarem um serviço melhor aos assinantes.

É uma pena eu ter sido enganado por um benefício momentâneo e não um duradouro.

 

Vídeo a seguir.

 

Atendimento da NET: problemático até em Santos

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Parece que o baixo padrão de qualidade no atendimento da NET é uma constante, em qualquer lugar do Brasil.

Estou passando alguns dias em Santos (SP), e a pessoa que está me hospedando na cidade decidiu mudar de plano de internet (de 15 Mbps para 30 Mbps), mudar o plano de TV (de NET Essencial HD para NET Mais HD) e mudar a posição de instalação do roteador sem fio, para uma melhor cobertura de sinal.

Todas essas mudanças implicavam em um agendamento de visita técnica pelo 10621. E é justamente nesse momento que os problemas começam.

NET: nunca me decepcionando (com a péssima qualidade)

Penso da seguinte forma: se um compromisso é marcado, tem que ser cumprido. Principalmente quando envolve horários.

As mudanças foram solicitadas, e o agendamento da visita do técnico previa que a visita deveria acontecer no sábado, 10 de setembro, no horário entre 12h e 18h. Isso para nós era péssimo, pois simplesmente acaba com um dia inteiro de eventuais atividades.

Aliás, perdemos um compromisso importante no final da tarde por conta da falta de compromisso da NET. Mas isso agora não vem ao caso.

Cumprimos com nossos compromissos particulares pela manhã, mas de forma apressada. Porque a NET iria em casa a partir do meio-dia.

 

Pois bem: esperamos… e esperamos… e esperamos…

Após as 18h, a dona da casa ligou para a NET para saber se a visita ainda aconteceria naquele dia. A atendente do 10621 informou que o técnico chegaria antes das 19h. Ou seja, a empresa já havia descumprido com o seu compromisso com o cliente, fazendo o mesmo de otário ao ter um dia inteiro roubado por conta do descaso deles.

Pacientemente, esperamos até as 18h50. A titular do contrato, inconformada, entrou em contato mais uma vez pelo 16021, solicitando uma solução para o problema.

O que não foi surpresa ao constatar que o funcionário do atendimento informou um novo horário para a chegada do técnico… para às 19h30! De um sábado à noite!

Não só o descaso, mas os inconvenientes gerados

O técnico da NET chegou no apartamento um pouco depois das 19h. Fez o seu serviço, deixou os equipamentos funcionando, o novo roteador no local indicado e a internet na velocidade contratada. Saiu do apartamento por volta das 20h30.

E sim… chegamos atrasados no nosso compromisso da noite.

Aqui, temos dois problemas bem sérios.

O primeiro é a evidente falta de compromisso da NET com o seu cliente. Se o assinante atrasa o seu pagamento, a operadora fica ligando 527 vezes por dia na sua casa, manda mensagens de texto e corta o sinal depois de algum tempo. OK, isso tudo está previsto em contrato.

Agora, se a NET não cumpre com seus compromissos de horário com o cliente, o que acontece? NADA!

A empresa acredita que pode fazer o que quiser com o cliente, entendendo que o mesmo está com todo o tempo livre do mudo para esperar o técnico aparecer na hora que a empresa entende ser o correto.

E que fique claro: o técnico que veio até o apartamento fez o serviço dele direitinho, e não tem culpa de nada, já que são agentes terceirizados. Quem tem culpa é a NET que tem um sistema de agendamento que não cobre a demanda.

O segundo problema sério é o inconveniente causado por esse descaso.

Não só o fato de perdermos um compromisso importante no final da tarde e chegarmos atrasados para um segundo compromisso no começo da noite, tem o fato de ter uma pessoa estranha dentro de nossa residência em horário avançado, fora do horário comercial, tirando a liberdade e o conforto dos moradores.

Nenhuma empresa prestadora de serviços deveria ter esse efeito prático por conta da ineficiência de um atendimento.

Aliás, fiquei sabendo de casos de técnicos que queriam fazer instalação de equipamentos depois das 23 horas, em outros casos onde o horário estabelecido pela central não foi cumprido. Isso para mim é um absurdo.

 

Por fim…

Por fim, é lamentável ver que o atendimento da NET é um lixo em qualquer lugar.

Estamos falando da maior operadora de internet banda larga do Brasil, onde muitos utilizam seus serviços não porque gostam, mas porque esta é a única alternativa viável.

Aqui em Santos ainda tem uma concorrência grande, e é sempre bom lembrar que mudar pode fazer muito bem.

Mas outros tantos se veem como reféns da NET, que torna tudo isso pior com um atendimento que fica muito abaixo do considerado ideal.

QUALQUER ALTERAÇÃO na Vivo é MUDANÇA DE CONTRATO! Cuidado, assinantes GVT!

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#SaudadesGVT

Aqui no Paraná, a GVT se tornou Vivo, e as inflexibilidades da operadora já se fazem bem presentes. Contratei a GVT em dezembro de 2015, e imaginei que o contrato vigente com a operadora me garantiria algumas coisas que vão além da manutenção da internet ilimitada ofertada no ato da contratação do serviço. Ledo engano: a Vivo lança a carta do “essa é a nossa política” para que, em qualquer tipo de expediente, eles possam fazer o que quiser, inclusive mudar o seu contrato com a empresa.

Isso visa prejudicar diretamente o consumidor, que se vê refém das práticas quase criminosas da Vivo. Por exemplo, eu entrei em contato com a operadora na última semana para solicitar o desligamento temporário do meu serviço de TV por assinatura, uma vez que pouco estou vendo o conteúdo ofertado. Para a minha surpresa, a “política da empresa” impede a suspensão temporária de um único serviço, obrigando o cliente a suspender todos os serviços utilizados em uma mesma residência.

Não me lembro de haver isso no meu contrato assinado com a GVT em dezembro de 2015. Contrato esse que ainda vale para aquilo que mais me interessa: a internet sem franquia de consumo, algo que a própria Vivo se comprometeu a manter para os contratos antigos. Porém, garantir isso não quer dizer que eles não dificultem as coisas. E uma das formas de dificultar é essa: “ah, você tem contrato, logo, não conte com a gente se precisar economizar… você terá que pagar na íntegra o que contratou…”.

Outra tática que a Vivo adota para configurar uma mudança de contrato é a alteração de qualquer tipo de serviço dentro da operadora.

Nesse final de semana, entrei em contato com a operadora para solicitar uma mudança no plano de telefonia fixa, já que a minha mãe (com quase 75 anos de vida e alguns problemas de saúde) ainda utiliza telefone fixo, e é mais fácil eu ligar para ela do que ela ligar para mim (para ela é difícil decorar 14 números em sequência… para a maioria de nós também é…). Ao entrar em contato com a operadora para solicitar um plano que me oferecesse ligações ilimitadas para fixo de todo o Brasil, fui informado que meu contrato seria alterado, e que entraria em uma nova fidelização de 12 meses.

Aí não dá, não é, Vivo? Estou pagando a mais, não estou tendo benefício nenhum, e vou ficar preso ao serviço lixo de vocês por mais 12 meses? É de ferrar com o cidadão!

No momento, não estou com essa bala toda na agulha para pagar a multa por quebra de contrato, mas estou com muita vontade de acionar a própria Vivo por quebra de contrato, já que nenhuma dessas práticas estavam previstas no meu atual contrato com a GVT que, é sempre bom repetir, ainda está valendo. A operadora está com raivinha porque Dilmão decidiu postergar “por tempo indeterminado” a palhaçada de bloqueio de franquia que as operadoras gostariam de adotar, e agora eles querem se vingar de todo mundo com práticas desonestas e desleais.

Cara Vivo, com a GVT não tinha essas palhaçadas, e meu contrato com eles ainda vale. É bem simples: ou vocês fazem cumprir o contrato, ou quando dezembro chegar, a mudança será inevitável. Já estava sentindo falta de brigar com a operadora que saiu da minha vida em Araçatuba quando atendente usou de falta de educação no suporte técnico. Não terei qualquer tipo de remorso em repetir o movimento.

Até porque a Copel oferece no Paraná uma internet de excelente qualidade e sem limite de franquia.

Os primeiros dias com a GVT

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Habemus GVT no Paraná!

Depois da NET afirmar que não tinha disponibilidade de instalação no meu novo endereço (não culpo eles, já que eu não moro, me escondo), a GVT conseguiu uma disponibilidade de instalação de um ponto de internet, telefone e TV para a minha casa. Eu já estava quase desistindo, ou pior, indo para a Oi (não me levem a mal, mas ouvi péssimas referências da empresa por aqui), mas não foi necessário.

No último sábado (05), eu estava em São Paulo (SP) a trabalho, e recebi um telefonema do Rio Grande do Sul. Conheço algumas pessoas de lá, mas ninguém de lá me ligou… até agora. Era um dos funcionários da GVT, informando da disponibilidade de oferecer os serviços que eu precisava (todos). Na verdade, minha ideia era só ter a internet, mas como no final das contas eu não consigo mesmo viver sem esportes na TV (no conforto do sofá, como qualquer pessoa normal), eu acabei aderindo ao combo triplo deles.

Mas, calma… tem boas notícias nessa história.

Inicialmente, eu iria ficar com um pacote simples de TV (R$ 79,90/mês), com o complemento do pacote avulso dos canais de esportes (R$ 19,90/mês), mais a internet de 35 mega (R$ 89,90/mês) e sem o telefone. Por explicar que gosto mais da programação de esportes do que qualquer outra coisa, e que precisava da internet para trabalhar (escrever posts sem vergonha como esse, fingir que tenho um empreendimento na internet com o TargetHD, gravar podcasts falando mal de séries e atores que as pessoas gostam na internet no SpinOff, etc), o funcionário do setor de vendas decidiu quebrar o meu galho.

Ou melhor, oferecer um pacote que considerei excelente: o pacote Ultimate (o mais completo), a internet de 50 mega (a maior velocidade para a minha região) e o telefone ilimitado para ligação local. Tudo isso, por R$ 189,90/mês.

Não só pelos descontos concedidos, mas pelo preço muito mais competitivo do que aquele que eu pagaria na NET. Em uma conta rápida e simples, eu pagaria mais de R$ 300/mês para ter algo próximo à isso. Nem preciso dizer que estou feliz nesse quesito, e não pretendo mudar de opção tão cedo.

A instalação foi bem rápida. Deram um prazo de 20 dias para instalar, mas na segunda-feira (07) pela manhã, um instalador da GVT me telefonou perguntando se poderia fazer a instalação na segunda-feira mesmo. Como ainda estava em Araçatuba (SP), eu não pude aceitar a instalação, que ficou agendada para o dia seguinte, terça-feira (08). Tal e como previamente combinado, os instaladores apareceram em casa pela manha.

Muito bem humorados, educados, solícitos… diferente do que já passei com a NET e Sky. Isso fez com que a empresa ganhasse mais pontos comigo.

Aliás, uma das vantagens da GVT é a ausência de burocracia. Exceto o fato que tive que esperar para ter disponibilidade de um ponto para mim, todo o processo de adesão ao serviço foi bem simples e descomplicado. Até mesmo para envio das cópias de documentos para a empresa o processo é bem simples, pois pode ser feito pela internet, na Central do Cliente.

Tudo instalado. Hora de testar o serviço.

É claro que não dá para concluir muita coisa com dois dias de serviço, mas posso dizer que é a internet mais rápida que já tive em qualquer lugar que eu morei em minha vida. Se bem que não posso só pensar nos 50 Megas de download, mas também nos 5 Megas de upload, que serão fundamentais para o meu trabalho nos blogs (enviar os arquivos de podcast, arquivos de grande volume, streaming de vídeo, etc).

Na parte de TV, o único ponto de decepção é que não tenho o recurso de gravação digital, algo que gostava muito na NET. Os funcionários da GVT me informaram que a operadora já não oferece mais o recurso na cidade de Ponta Grossa a algum tempo. Mas não tem problema. Para quem não está assistindo muita TV ultimamente – justamente por ter muita coisa para fazer fora de casa -, isso não chega a ser um problema.

Um detalhe importante: como a GVT não possui todos os canais abertos em sinal digital na sua grade, a própria operadora instala uma antena para captar os sinais digitais abertos, para que o cliente não fique sem Globo, Band e outros. Iniciativa bem pontual e interessante. A qualidade de imagem dos canais pagos é muito boa (comparando com a Sky, dá um banho), e é próxima ao que eu tinha com a NET, que usa uma tecnologia superior. Logo, estou satisfeito nesse aspecto.

Sobre o telefone, eu ainda não testei. Logo, não posso opinar. Devo fazer isso nos próximos dias.

Por fim, estou satisfeito com a GVT, por enquanto. A grande má notícia é que, em 2016, a operadora vai desaparecer, e a Vivo vai assumir. Eu bem sei como é o serviço da Vivo pelos tempos que morei em São Paulo, e já temo pelo pior. Mas…. vai que eles decidem manter a boa qualidade que até agora encontrei por aqui? Não custa torcer, não é mesmo?

Me ajuda a te ajudar, @NETAtende! Do jeito que está, não dá!

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Tá foda, hein, NET! Tá foda! Te elogiei tanto no passado, mas agora é cagada atrás de cagada no 10621.

Recentemente, me mudei da cidade de Araçatuba (SP) para a cidade de Ponta Grossa (PR), e liguei para a NET solicitando o cancelamento dos meus serviços na minha cidade de origem, pois não ia precisar de uma assinatura em meu nome na cidade de destino. Antes, já tinha entrado em contato no 10621 (em 29 de junho, atendente Elmo, protocolo 404151558562107) para me certificar que não haveria multa para o cancelamento.

Qual não é minha surpresa quando no dia 7 de agosto, ao solicitar o encerramento do meu contrato, eu recebo a informação que tinha multa de cancelamento sim, e que ela seria cobrada. Liguei para a ouvidoria da NET, e eles cancelaram o serviço com a garantia que a multa não seria cobrada (em 7 de agosto, atendente Franklin – da ouvidoria -, protocolo 404151602324942).

OK. Vida nova na cidade de Ponta Grossa, mas a incompetência da NET continua. Pelo contrário, só aumenta.

Na casa onde estou, a pessoa que mora comigo já conta com os serviços da NET. Sugeri a mudança do plano essencial com um ponto para o NET Top HD MAX, com um ponto adicional, pelo valor de R$ 159,90/mês, e sem cobrança de taxa de instalação, algo que foi feito pelo 10621 (em 8 de agosto, atendente Renata, protocolo 794151396404973). A instalação foi agendada para o dia 11 de agosto (terça-feira).

Os instaladores chegaram nas primeiras horas da manhã no dia marcado, com apenas um receptor, e questionando onde estava o equipamento que deveria ser ‘substituído’. Estranhei essa informação, já que o máximo que eles tinham que fazer era instalar o equipamento com gravador de programação e liberar os canais nos dois pontos, realizando a mudança efetiva do plano.

Então, o técnico informa que a ordem de serviço enviada para eles constava a substituição do único ponto digital pelo ponto com gravador de programação (sem a instalação de um segundo ponto), e que essa troca seria passível de cobrança de taxa de instalação de R$ 90. Algo bem diferente do que foi solicitado no atendimento pelo telefone.

O que piora a situação é que o mesmo atendimento do 10621, ao ser acionado diante de tal divergência, alega que eu teria que esperar até 10 dias úteis para analisar a gravação do atendimento referente ao pedido feito. Até lá, iria valer a ordem de serviço feita de forma errada.

Entrei em contato com a ouvidoria da NET para registrar a reclamação, exigindo que fosse cumprido aquilo que foi combinado no atendimento telefônico do dia 8 de agosto (protocolo 794151399275651). Como resposta, a empresa entrou em contato comigo duas horas depois, se comprometendo a instalar o segundo equipamento e (supostamente) habilitando o que foi contratado no mesmo dia 11, no período da tarde.

Os técnicos novamente vieram realizar a instalação, mas alegaram que o plano solicitado era um NET Top HD, e não um HD MAX. Pior: afirmaram que a ordem de serviço era apenas para a instalação de um receptor HD MAX, mas sem a mudança de pacote para o NET Top HD MAX.

Já com sangue nos lábios, liguei de novo para a ouvidoria, acionando o mesmo protocolo, e a resposta que obtive é que ‘lá estava tudo certo’, e que a ordem de serviço já havia sido emitida para uma mudança de pacote. Porém, a ordem de serviço do instalador era apenas para uma instalação de receptor HD MAX, sem mudar o pacote.

Complica ainda mais que o instalador se recusou a falar com a operadora do atendimento da ouvidoria (Christie), que ainda tentava habilitar o plano que solicitei, nas condições que pedi. Quando ele se recusou a resolver o problema, eu decidi cancelar a mudança, e pedi para a ouvidoria suspender todos os 527 pedidos de mudança (sei lá quantas ordens de serviço tinham ativas) de pacote que estavam lançados no sistema.

Para completar a comédia de erros, hoje, 12 de agosto, sou acordado às 8h30 da manhã, com um instalador credenciado da NET, que ‘veio instalar TRÊS PONTOS NET TOP HD MAX’ no endereço (!!!). De novo: meu pedido original não foi esse, e essa ordem de serviço NÃO FOI SOLICITADA POR MIM!

Eu estou tão cansado com esse cenário, que vou mudar para a GVT. Sabe, não vale a pena tanta dor de cabeça para uma empresa que não só lida com descaso com o cliente, como não consegue compreender uma solicitação por três vezes. Sem falar na ouvidoria da NET, que no lugar de ajudar o cliente a resolver o problema, atua em prol da empresa, complicando ainda mais a situação.

Aí, NET… me ajuda a te ajudar! Ultimamente, o atendimento pelo 10621 virou uma grande porcaria.

E a GVT me espera de braços abertos!

Pagar pra ver canal aberto? ‘Parabéns’, Sky Pré-pago! hahahaha…

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Eu fui um cliente do Sky Pré-Pago quando ele ainda se chamava Sky Livre, nos tempos que eu não tinha grana para pagar a NET (e porque a NET não existia no meu bairro). Achava a ideia legal: você pagava antes de ver – tal como acontecia na Sky normal, mas sem a tal fidelidade -, pagava um preço bacana, e tudo certo. Ok, a imagem era bem meia boca? Era. Mas na época eu tinha uma TV de tubo, e não fazia muita diferença. Porém, o tempo passou. E…

E eu resolvi ir para um lado (o da NET), e a Sky optou por outro. E, pelo visto, o caminho escolhido pela operadora foi esfolar cada vez mais os clientes no quesito financeiro. Mesmo porque deve ser complicado pagar o cachê da Claudia Leitte, não é mesmo?

A minha surpresa nesse final de semana foi descobrir que, a partir de agora, os clientes do Sky Pré-Pago terão que pagar para ver os canais abertos disponíveis na sua grade de programação. Isso mesmo, amigo leitor: o conceito de ‘parabólica da Sky’ acabou, já que na parabólica você não paga para ver TV aberta.

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Com a chegada do ‘pacote’ Sky Digital (R$ 19,90 por três meses de programação), a Sky ‘mata’ o conceito de parabólica digital, pois cobra por canais que estão disponíveis de graça para qualquer pessoa. Ok, tem a ‘desculpa’ da cobrança pela disponibilidade do serviço e tal. Mas… será que a legislação protege isso? Se bem que as regras de TV por assinatura no Brasil são uma bagunça…

De qualquer forma, acabou a brincadeira. Acabou-se o que era doce. Você que está com o seu equipamento do Sky Pré-Pago, comece a repensar suas escolhas. Será que vale a pena ficar com um serviço onde você terá que pagar por um conteúdo onde em serviços similares você pode conseguir esses mesmos canais de graça?

Aliás, minhas críticas à Sky já perduram por algum tempo. Cobranças indevidas, qualidade de serviço abaixo da média, qualidade de sinal abaixo da concorrência… e essas iniciativas só me fazem afastar ainda mais da operadora. De novo: não como a Anatel e a ANCINE vê esse tipo de iniciativa (e até acredito que a mudança deve ter a ‘bênção’ dos dois órgãos).

Porém, eu me recusaria a pagar por algo que, por lei, eu tenho o direito de receber de graça. Mesmo que a desculpa seja pagar pela tecnologia que é adotada para transmitir esses canais. Afinal de contas, não pagamos pelo equipamento? Pois é: na parabólica convencional não me cobram mais nada para ver os mesmos canais.

E você? Achou que o mundo acabou só porque o Netflix ficou R$ 2 mais caro?

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Alguns brasileiros (não são todos, por isso não é o caso de generalizar) eu simplesmente classifico na categoria de escrotos. Ou babacas. Ou mãos-de-vaca. Eu poderia chamá-los simplesmente de “menos favorecidos financeiramente”, mas esses são os brasileiros que trabalham duro para colocar comida na mesa para esposa e filhos. A maioria dos brasileiros não conseguem dinheiro nem para ter a “internet popular”, porque existem coisas mais urgentes. Que dirá o Netflix. E não reclamam por isso. Trabalham, e muito. Logo, posso chamar os alguns brasileiros escrotos de “pobres de espírito”. Sim, porque tem que ter muita pobreza de espírito para reclamar de R$ 2 a mais na mensalidade do Netflix.

O assunto de ontem (02) nas interwebs da vida foi o anúncio repentino do Netflix, que a partir desse mês de abril, vai aumentar a mensalidade do seu serviço, saindo do preço de R$ 14,99/mês para R$ 16,90/mês. O aumento entra em vigor para os novos usuários imediatamente, mas para aqueles que começaram a assinar o serviço no início de suas atividades no Brasil (final de 2011), o novo preço só começa a valer a partir de agosto de 2013. Segundo o Netflix (que não se pronunciou oficialmente sobre o assunto, e dá essa justificativa no e-mail enviado pelos usuários), eles triplicaram o seu acervo no Brasil desde a sua estreia, e ampliaram as opções de consumo de seus conteúdos em diferentes plataformas. Não que isso seja uma justificativa, mas é a explicação que eles deram.

Muito bem… R$ 16,90 – R$ 14,99 = R$ 1,91. Arredondei para R$ 2, para facilitar a nossa vida, e não ficar colocando caracteres a mais no texto.

Tudo bem, eu respeito o dinheiro de todo mundo, cada um faz com o seu dinheiro o que quiser. Só acho que as pessoas precisam parar de fazer drama por questões imbecis. Ainda mais quando o que está em questão é o valor do aumento.

Para começar, ninguém é obrigado a assinar o Netflix. Assina porque quer. Se assinou, sabe que o serviço pode ser reajustado A QUALQUER MOMENTO (algo que está claramente descrito nos termos de uso do serviço). Tal como a TV a cabo de R$ 100, R$ 200 que você paga todo mês (para muitas veze ser obrigado a ver um programa no horário que eles impõem, recebendo quedas de sinal, um atendimento de merda, com um monte de canais que você não assiste, e com um atendimento lixo). E apenas para registro: esse aumento poderia ter sido aplicado antes, uma vez que ao menos o IGP-M, que é calculado pela média da inflação de 12 meses, são passíveis de cobrança. E, por muito pouco, essa taxa não alcança os tais R$ 2 desde o ano passado.

Mas calma. Ainda tem mais do que você deve se envergonhar.

Vale lembrar que, desde o meio do ano passado, a Netflix passou a pagar para a Ancine (Agência Nacional do Cinema), aquela mesma da tal PL 116 (e, por causa dele, você tem “de graça” na programação da TV a cabo filmes como “Carlota Joaquina” toda semana nos canais do grupo Sony, ou até mesmo filmes da Xuxa na Warner, ocupando o horário daquela sua série preferida… e você não ficou de #mimimi no Twitter por causa disso… e continua pagando TV por assinatura que nem um otário), pelo menos R$ 3 mil por cada filme que disponibiliza por streaming (hoje, são mais de 1.800 títulos), além de R$ 750 por cada episódio de série (são mais de 400 séries registradas hoje). Valor esse que, até então, não tinha sido repassado para os assinantes. Se foi, só foi repassado agora. E ainda assim, no formato de R$ 2.

Ainda não terminei. Vou dar mais pontos para quem acha que o mundo acabou com o aumento de R$ 2 enfiar a cabeça na terra.

Desde que chegou ao Brasil, a Netflix adicionou novas produções, deixou as temporadas de algumas séries disponíveis apenas uma temporada atrás daquelas que estão em exibição, ampliou as opções de consumo dos seus serviços (plataformas onde você pode consumir o Netflix), disponibilizou a excepcional House of Cards junto com os Estados Unidos, vai oferecer a nova temporada de The Killing no mesmo tempo que ela chegar na Netflix dos Estados Unidos, entre outros benefícios. Ok, você vem com o argumento “mas eles não oferecem filmes e séries novas, que acabaram de sair lá fora…”. Amigo, você é burro? Não é culpa deles que existe uma coisa nesse mundo chamada CONTRATO, e que os direitos de distribuição de conteúdo mudam de país para país (ou mudam em diferentes regiões).

Mas… como tais argumentos não são suficientes… vamos para aquele que liquida tudo.

São apenas R$ 2!

Sério: você compra um smartphone de R$ 2.500 (sim, aquele que você está pensando), paga um pau do cacete para aquela empresa que você está pensando, paga um pacote de TV a cabo que custa R$ 200 (ok, para gravar a programação quando você não está em casa, e ter todos os canais de esportes), paga PELO MENOS uns R$ 80 a cada ida no cinema (porque você não vai sozinho, gasta com combustível e sempre compra pelo menos pipoca e refrigerante)… e está reclamando de um aumento de R$ 2 do Netflix?

Vai te catar!

Cresça e apareça! Para você, que não se dá nem ao valor de ter dignidade financeira para reclamar do aumento depois dos argumentos apresentados, o que são R$ 2 na sua vida, mané? Tá chorando por mixaria! Toma vergonha na tua cara! Tem cobrança na sua fatura de cartão de crédito, que você paga e nem sabe, que custam mais de R$ 2! Não gostou do aumento? Beleza: cancela o serviço. Agora não fica de frescurite aguda dizendo que “o mundo acabou” ou algo do gênero só porque você é mão de vaca para não pagar R$ 2 a mais em um serviço que te servia quando era R$ 2 a menos!

Não ganhei nenhum centavo para fazer esse post. Vou continuar pagando o Netflix porque ele me atende, e bem. E, de novo, cada um faz com o seu dinheiro o que quiser. Agora, minha opinião: que as pessoas procurem causas mais justas para reclamarem. A internet está virando um amontoado de pessoas que iniciam protestos e petições pelas causas mais esdrúxulas, reclamando das menores coisas. Quer reclamar? Escreve um post sobre como algumas das operadoras de TV por assinatura no Brasil tratam os assinantes como lixo, sobre a política de receber canais que não queremos, sobre a baixa qualidade de imagem de algumas operadoras (é com você mesmo, SKY), sobre as práticas abusivas para arrancarem mais dinheiro dos assinantes de forma ilegal… isso tudo é muito pior que um aumento de R$ 2, que não vai mudar em absolutamente nada na vida de ninguém.

Ah, e um conselho final. Não gostou? Nem perde o seu tempo me xingando. Se ao menos os seus palavrões valessem R$ 2 para mim… mas nem isso valem.

Pensando seriamente em desistir (de uma vez por todas) da TV por assinatura

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Eu adoro assistir TV. É um dos meus passatempos preferidos. A TV ainda é a maneira que eu me informo sobre as principais notícias do dia, é onde acabo me entretendo com algumas bobagens que ainda me fazem rir, é por onde vejo os eventos esportivos do Brasil e do mundo… enfim, a TV por assinatura ainda me é útil, mas não tão útil como era em 2005, por exemplo.

Sou mais um que viu na internet e em outros formatos de consumo de conteúdo que a vida vai muito além do que se manter preso à grade de programação das operadoras, ou pelo atraso de semanas para ver um episódio de uma determinada série. Definitivamente eu não vejo mais séries nos canais pagos. E não vou negar: se não vejo por streaming online, eu faço o donwload do episódio, com legendas bem feitas por voluntários. Até porque algumas séries que assisto simplesmente não passam por aqui, nem que sejam ofertadas de graça. Sem falar que a grande maioria dos canais dublaram as suas séries. Ok, minha operadora atual (NET) oferece a legenda eletrônica e horários alternativos com o idioma original, mas aí eu caio naquela regra do “eu não quero ficar preso a um horário”.

Não pago caro pelo meu pacote de TV por assinatura atual. Estou com o pacote NET Top HD Max (com receptor com sistema de gravação) por R$ 149,90. Depois de ficar quase 2 anos na SKY pagando bem mais do que isso para ter algo próximo, não acho que estou pagando muito. Até porque tenho três pontos em HD, algo que a SKY não me oferecia, e a qualidade de imagem da NET é muito superior (você pode até discordar, mas a tecnologia do cabo vai mostrar que você está equivocado). O pacote em si se paga, uma vez que uso bastante o recurso de gravação, e tenho todos os canais disponíveis pela operadora (exceto os canais de filmes, o Combate e o PFC). Porém…

Com uma oferta desse tamanho, vem muita coisa que simplesmente não assisto. Canais como Sony e Warner Channel, que antes da “era internet” eu assistia com grande frequência, hoje eu só assisto para ver alguns realitys que não tenho interesse em sair baixando pela internet, ou algumas premiações e eventos especiais que esses canais transmitem. Passo longe da maioria dos canais de vendas (só vejo o Shoptime, e de vez em quando), passo longe dos canais religiosos, não vejo mais séries pelos canais ofertados da TV paga, e o que ainda me prende ao serviço são os canais de notícias, os canais do Grupo Discovery e os canais esportivos.

Eu sei que eu poderia pagar mais barato pelo serviço de TV por assinatura. Poderia mesmo assinar um pacote “quebra galho”, apenas para ter o essencial nos canais de meu interesse. Porém, sei que pago por algumas comodidades. Preciso de um ponto de TV para o escritório, principalmente em dias de coberturas como o Golden Globe e o Emmy Awards. Sem falar que, como adepto da tecnologia, é impossível voltar ao mundo SD depois que você se depara com os canais HD. Os seus olhos pedem pelas imagens em alta definição.

Por outro lado, me deparo com mais e mais pessoas que estão simplesmente abandonando a TV aberta e a TV paga pelas demais opções existentes para entretenimento audiovisual, e que estão no mesmo perfil de consumo que eu: conhecem a tecnologia de download de conteúdo, utilizam o streaming de vídeos, assinam o Netflix, NetMovies e serviços do gênero, e seguem a vida feliz, sem se preocupar com mensalidade, com grades que não são respeitadas e com serviços que não são cumpridos.

Enfim… é de se pensar no fim.

O ideal mesmo seria que todos pudessem montar o seu pacote de canais, atendendo as suas necessidades. Mas sei que esse formato, por enquanto, é uma utopia. Nos Estados Unidos, está rolando uma briga para que isso aconteça. Alguns órgãos de defesa do consumidor na América entendem que essa seria a forma mais justa e vantajosa para os usuários, e pelo visto, algumas operadoras vão começar a ceder para um formato de empacotamento mais flexível, até mesmo para segurar os assinantes no serviço. Lá nos EUA, 5% das pessoas já abandonaram qualquer formato de TV (aberta e paga), e usam o eletrodoméstico para outras coisas (videogames, DVDs, Blu-rays, downloads de vídeos, streaming, etc). Esse grupo é conhecido como “Zero-TV”, e tem como perfil algo muito próximo ao que eu sou (e provavelmente você, que está lendo esse post, é): um conhecedor de tecnologia.

Bom, até lá… vou continuar vendo tudo em alta definição mesmo. Até quando? Não sei. Já buscando outras opções lá fora.