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Como funcionava a pistola do NES em Duck Hunt

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Não é magia. É tecnologia. E nem é um produto da Texpix.

Duck Hunt é um jogo que custou muitas horas de muita gente, pois era o ápice da tecnologia da época, pois você usava uma pistola para eliminar os patos que apareciam na tela da TV. E muitos ficaram com a curiosidade sobre como essa tecnologia funcionava.

Talvez a decepção será constatar que seu funcionamento era mais simples do que o imaginado.

 

 

 

Tudo é uma questão de luz

 

 

Duck Hunt fez a nossa alegria na era do NES (ou Nintendinho no Brasil). O objetivo do jogo era atirar em patos que apareciam na tela com uma pistola que, ao apontar na tela da TV, acertava os elementos na tela. Agora, vamos ver como essa tecnologia da pistola funciona.

O interior da pistola contava com dispositivos simples, como um botão para disparara e um sensor de luz. Isso era o suficiente para detectar quando se disparava a um pato… ou para o céu. Nem precisava mirar no pato, para você ter uma ideia.

Quando você executada Duck Hunt (ou qualquer um dos clones e versões desse jogo que saíram ao longo do tempo), bastava você apertar o gatilho para matar o pato. No instante do disparo, a tela da TV recebia um sinal para mostrar um fotograma em preto, onde o sensor de luz da pistola utilizava a tela em preto como ponto de referência.

Após o primeiro fotograma em negro, vem um segundo fotograma que mostrava a mesma cena, mas com o pato aparecendo. Nesse momento, a tela se ilumina, e o pato é a única coisa que aparece iluminada na tela.

Depois disso, fica fácil: o sensor de luz detecta a luz porque a pistola apontou para o pato e, no disparo, mata o animal voador. Caso contrário, aparece o cachorro que ficava rindo da sua cara.

 

 

Quando apareciam dois patos na tela, acontecia mais ou menos a mesma coisa, mas no lugar de dois fotogramas, apareciam três fotogramas: um em preto, o segundo iluminando o primeiro pato e o terceiro iluminando o segundo pato. E praticamente ninguém notava essa alternância de fotogramas por conta da velocidade das imagens exibidas na tela, a 25 quadros por segundo.

Ou seja, não era nenhuma tecnologia de ponta como temos hoje, mas era o que havia de mais moderno na época, entretendo uma geração inteira. Considerando que isso apareceu na década de 1980, o trabalho da Nintendo ao desenvolver este recurso foi simplesmente espetacular, entregando resultados que beiravam aos mais modernos filmes de ficção científica.

 

 

 

Via Pocket


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