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Até que demorou para aparecer. Bom, você conhece o cigarro eletrônico, aquele que existe para enganar os fumantes que querem parar de fumar. O produto está na moda e divide opiniões. Agora, temos uma nova modalidade desse produto, ainda mais polêmico que o anterior: o “baseado eletrônico”.

A E-njoint, responsável pelo produto, afirma estar produzindo 10 mil unidades diárias do mesmo, que é vendido por toda a Europa, especialmente na Holanda (que óbvio), onde ele estaria se tornando um item imprescindível em festas, bares, locais da moda, etc.

O produto é comercializado em três versões: uma sem tabaco, nicotina e THC (principal componente psicoativo da cannabis), o que segundo o seu fabricante, é considerado um produto 100% legal (de acordo com o fabricante), o segundo e o terceiro, que permite que o usuário adicione ou a cannabis em estado líquido, ou ervas secas de marijuana.

A E-njoint indica que o seu negócio não visa incitar o público ao consumo de drogas, nem adotar maus hábitos. Porém, isso não impede que eles defendam o produto diante de acusações daqueles que são contrários à sua comercialização. Até porque ele visa justamente os mercados onde a política de consumo de drogas é algo mais flexível. Eles afirmam que estão vendendo esses baseados eletrônicos a uma velocidade incrível. Tanto, que lançaram uma edição especial do produto, alusivo à Copa do Mundo 2014 (para apoiar a Holanda, é claro), incluindo um desenho de uma bola que se ilumina durante o uso.

Encerro por aqui, pessoal. Não preciso comentar mais, certo?

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