galaxy a8

Começo a me interessar seriamente nos smartphones intermediários premium da Samsung. O Samsung Galaxy A8 e Galaxy A8+ são realmente atraentes e interessantes.

Os coreanos apresentaram esses modelos com o claro objetivo de agregar valor à série A, e estabelecendo de vez essa família como aquela que ficará um degrau abaixo da série S. E consegue isso com consistência.

Colocar uma tela 18.5:9 em um smartphone dessa categoria não chega a ser uma grande novidade. Outros fabricantes estão apostando nisso, e era mais do que esperado que a Samsung apostaria nisso.

Mas é um conceito de design que chama a atenção daqueles que prezam pela estética de um smartphone. É bonito, é atraente, é unibody, e tem referência direta com os atuais tops de linha da marca (Galaxy S8, S8+, Note 8).

Na parte técnica, o modelo conta com os processadores Exynos da Samsung, que são bem competentes para os propósitos da Samsung. Sem falar que o Android presente nele acaba rodando de forma redonda com o seu processador, melhor inclusive do que seria com os processadores da Qualcomm.

Isso, eu posso dizer com experiência de causa.

 

 

A câmera dupla na parte frontal parece ser uma nova tendência dentro dos dispositivos de linha média premium. A ASUS fez isso com a nova linha Zenfone 4, com modelos específicos, e a Sony flertou com isso. Motorola e LG devem fazer o mesmo.

E a Samsung agora o faz porque existe público lá fora pensando nas selfies.

Na câmera traseira, é promissor ver um sensor de 16 MP com abertura f/1.7. É a mesma abertura de câmera dos sensores fotográficos dos modelos top de linha da marca. E, mesmo não sendo o mesmo sensor de um Galaxy S8, ele tem tudo para oferecer fotos acima de sua média de mercado.

 

 

Enfim, eu estou curioso para ver esse Samsung Galaxy A8 de perto um dia. Preços não foram revelados, mas qualquer coisa abaixo de R$ 2 mil para esses modelos parece ser uma vitória. Algo que acho bem difícil, já que modelos com características similares já chegaram a custar na casa de R$ 2.5 mil.

Mas não custa a gente sonhar um pouco, não é mesmo?