Se um furacão é suficientemente potente, ele deixa no seu rastro linhas de costa sem mar, onde podemos ver o leito marinho.

Esse fenômeno é incomum, e acontece por dois motivos: 1) os ventos do furacão são fortes o suficiente para deslocar temporariamente grandes massas de água. 2) o arrastro de toda essa massa de água, que para no centro da tormenta, onde a pressão é mais baixa e os ventos se convergem. É ali que a água se acumula.

O mecanismo de sucção que atrai o ar para dentro do furacão é produzido quando a pressão é excepcionalmente baixa e os ventos são extremamente fortes, criando protuberâncias de água do oceano abaixo do centro da tormenta.

O vídeo no final do post mostra uma área de baixa pressão quando a combustão consome o oxigênio do ar no interior do prato, fazendo com que o líquido suba no seu interior, e que o nível baixe em todo o prato.

De forma parecida é quando um furacão forte o suficiente suga uma massa de água grande próxima da linha da costa, quando podemos apreciar a retirada do mar, como nesse caso.