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Emerson Leão, invejoso e rancoroso

Que o Emerson Leão é um ser humano rancoroso e amargurado, todo mundo já sabia. Muitos que conviveram com ele dentro do ambiente do futebol o considera uma pessoa totalmente intragável.

Mas jamais poderia imaginar que um homem que sempre demonstrou ter uma postura austera (apesar de ser extremamente chato) poderia se comportar como um invejoso.

Na verdade, eu não deveria me surpreender com isso. Leão, como treinador, nunca foi o que prometeu. E enquanto Ancelotti tem pilhas de Champions League no currículo, o ex-treinador brasileiro tem um marco na carreira que é muito peculiar.

Um nome que jamais será esquecido por todos nós.

 

Seu nome é Leomar

O cara que disse na cara do Ancelotti que tinha “inteligência” para entender as coisas, mantendo uma posição contrária à presença de um treinador estrangeiro no futebol brasileiro até o momento em que lhe ofereceram um cafezinho e um lanche na sede da CBF é o mesmo que, pasmem, um dia convocou o desconhecido Leomar para a Seleção Brasileira.

E a culpa não é do Leomar por ele existir. A culpa é do “treinador” que o convocou. É bom eu deixar isso muito claro.

Emerson Leão é o mesmo que defende um treinador brasileiro na Seleção Brasileira de Futebol, mas quando teve a chance de conduzir os melhores do nosso país no esporte lançou a “cartada de gênio” ao incluir o Leomar em uma convocação.

Leão é o gênio incompreendido da tática avançada. Tanto, que sua vida foi curta na Seleção Brasileira.

 

Um legado de b05t4…

Emerson Leão teve vida curta no comando da Seleção Brasileira. Entre 2000 e 2001, seu maior legado foi perder a decisão do terceiro lugar na Copa das Confederações para a Austrália, o que resultou na sua demissão.

Depois disso, o hipócrita foi fazer carreira internacional, treinando times no Japão e na Arábia Saudita. E da mesma forma que fez Oswaldo de Oliveira, regurgitou absurdos em um palco, na frente do Carlo Ancelotti, se esquecendo do próprio passado.

O que me incomoda no legado do Leão é que, além de ignorar que fez exatamente a mesma coisa (que ele não tolera que um estrangeiro faça no seu país), o tom de revanchismo e inveja no discurso sempre se faz presente.

A impressão que fica é que Leão não é feliz com ele mesmo desde que supostamente exigiu para ser o goleiro titular em uma Copa do Mundo (palavras dele, não minhas), dando a entender que estava acima do bem e do mal, independentemente da situação.

Sério, Emerson… quem o senhor pensa que é na fila do pão da história da Seleção Brasileira para criticar treinador estrangeiro?

Entendo que sua posição no congresso era emitir uma opinião. Mas é meu dever deixar bem claro que essa é uma opinião burra.

Seu único lampejo de racionalidade foi admitir publicamente que a “culpa” pelos treinadores brasileiros estrarem desprestigiados em seu próprio país era SUA, inclusive. Porque ficaram parados no tempo, enquanto todo o mundo do futebol avançou.

Só que jogou essa fala fora logo em seguida, ao afirmar que era “uma invasão estrangeira” o que estava acontecendo aqui.

Invasão? Aonde, cara pálida?

Se você está aposentado desde 2012, e taticamente corre o risco de perder para o seu neto no futebol de botão, por que é uma invasão?

Não seria “ele ocupou um lugar na história que jamais teria a chance de ter”?

Pense nisso, Emerson!