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Ao mesmo tempo que eu defendo a teoria que aqueles que precisam refazer as narrativas de suas vidas nada mais são do que os mesmos que tentam consertar o estrago depois que tudo foi para o saco (literalmente, em alguns casos), eu também defendo que aqueles que estão convictos de seus discursos e falas objetivas não precisam dar maiores explicações para quem não consegue ou quer entender o que é dito.

E pelos mesmos motivos do “não foi isso o que eu quis dizer…”.

Eu acho desnecessário ficar remendando explicações para determinadas pessoas. O bom de falar o que pensa, usando o português claro, é que a outra pessoa entende se quiser, ou não entende porque não tem capacidade para tal.

É óbvio que podemos cair na armadilha de pessoas que não se valem da transparência para apresentar teorias, propostas e promessas. Dessa forma, somos automaticamente induzidos ao erro.

Por outro lado, se o discurso é de nossa propriedade, sugiro então a regra do “não faça com os outros aquilo que você não quer que façam com você mesmo”. Eu sei que para algumas pessoas com o caráter meio torto isso é um pouco difícil, mas eu acredito que a maioria ainda está disposta a abraçar essa ideia como algo factível e prático em suas vidas.

Por isso, o que eu posso dizer para você, que está lendo esse texto nesse momento, é: em tudo o que eu disse e escrevi na minha vida, eu fui autêntico, e procurei ser o mais claro e objetivo possível.

Logo…

Entenda como quiser.

E se quiser entender.

Ninguém é obrigado a entender ninguém. Talvez seja obrigado a respeitar e, mesmo assim, essa regra de respeito é relativa. Eu respeito quem me respeita. Eu respeito quem gosta de mim.

Quem quer pisar na minha cabeça, cagar regras, achando que é dono de tudo e todos ou se sentindo a autoridade no assunto…

Eu simplesmente ignoro a existência na Terra. Muito mais saudável para mim… e desesperador para essas pessoas.


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