A imagem acima é apenas conceitual, mas pode se tornar real um dia. Afinal de contas, Mark Zuckerberg sabe que, contando com uma massa de mais de 800 milhões de usuários, explorar comercialmente essa clientela em potencial é algo mais do que fundamental. Vira lei, pois ter 10% desse público significa vitória na certa. O grande problema é que, nesse momento, o Facebook Phone é tão real quando um unicórnio (sim, garota… os unicórnios não existem…).

Mas os últimos rumores indicam que isso pode mudar em um futuro não muito distante quanto imaginamos. O Facebook trabalha duro ao lado de ex-engenheiros da Apple para transformar o produto em algo “palpável”. O produto pode chegar ao mercado adotando o sistema operacional Android, ou qualquer uma das alternativas “livres” existentes no mercado, ou até mesmo utilizar o Firefox OS, que possui um núcleo de sistema no mais puro estilo Google.

Esse futuro Facebook Phone teria como base do sistema o próprio Facebook, integrando todos os recursos do smartphone com as atividades mais comuns da rede social de Zuckerberg, como o sistema de mensagens diretas, o Instagram e a Facebook Camera podendo ser acessados de forma direta, como se fosse um simples recurso nativo do celular (mensagens de texto, aplicativo de streaming, fotos, etc).

Por ser mais um rumor do que um smartphone “real”, é difícil afirmar como pode ser o seu design, e o que ele pode oferecer de seus recursos técnicos. Mas já será uma grande vantagem se ele for mais barato, e se seus recursos para a rede social tornarem o modelo mais funcional do que o aplicativo presente para os demais sistemas.

Por que esperar por ele:
nunca duvide da capacidade de desenvolvimento do Facebook, ainda mais que a empresa está comprando outras empresas para que eles possam fazer o trabalho sujo no lugar do Facbeook. Não é uma ideia tão descabida ter os recursos de filtros e compartilhamento de imagens de forma nativa no sistema de gerenciamento da câmera, de forma nativa, sem depender de nenhum outro aplicativo intermediário para gerenciar esses recursos. Além disso, é como eu disse antes: se você tem uma base com mais de 800 milhões de usuários, é evidente que você vai explorar isso ao máximo, e uma das melhores formas do Facebook capitalizar em cima disso é oferecendo o seu próprio smartphone. A única coisa que impede a empresa é a ausência de uma boa estratégia para combater os seus concorrentes.