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Não podemos culpá-los por tentar, não é mesmo?

Pesquisadores chineses criaram uma espécie de robocop, ou um guarda de segurança robótico que carece de quase tudo, inclusive de mobilidade, autonomia e fator intimidador.

O robocop chinês é, na verdade, um gravador de vídeo que mede 150 cm e pesa 78 quilos, com as capacidades de auto-patrulhar e “eletrocutar” uma pessoa. Pode ser utilizado em locais públicos como aeroportos, estações de trem e metrô para “ajudar com as missões anti-distúrbios oficiais da polícia”. Porém, suas baterias só aguentam oito horas de atividades, na melhor das hipóteses.

Ou seja, o robô não pode correr nem superar obstáculos. Sério mesmo que ele podem eletrocutar alguém? Basta o meliante correr na frente dele, e pronto: problema resolvido.

Em compensação (por assim dizer), o robocop chinês promete ser bem mais econômico que a média dos seus concorrentes no setor. O que não resolve o principal problema, que é a efetiva segurança dos cidadãos.

Na verdade, a culpa é do cinema, que deturpou a nossa imaginação sobre o que seria um sistema de vigilância inteligente em forma de robô. O Robocop, aquele cara que foi transformado em robô e carrega armas letais por todos os lados, é praticamente a visão perfeita do que poderia ser um policial do futuro. Qualquer coisa que não chega perto disso será visto como uma piada de mau gosto, ou um desperdício de dinheiro para aqueles que entendem que podem fazer melhor com os recursos financeiros de grandes corporações.

De qualquer forma…. bela tentativa, China. Só que não!

 

Via People