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Está mais difícil ver TV em ótimas condições do que era há 50 anos atrás

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Ei, você, amigo leitor que está lendo este post no smartphone. Você pode não mais usar a TV para ver filmes, séries e eventos esportivos. Mas blogueiros velhos e cansados como eu (com problemas nas costas, na coluna, na vista e com diabetes) ainda precisam de uma tela grande para se sentir plenamente atendido no consumo de entretenimento.

Agora, para aqueles usuários que estão lendo este post em um tablet ou notebook, que fazem parte da minha geração tecnológica… vamos conversar um pouco.

Já parou para pensar que ver TV hoje está mais difícil que na década de 1970? Que todas as inovações mais complicam do que ajudam? Que nossas avós conseguiam ver novelas com maior facilidade do que nós na hora de jogar videogames?

 

 

 

A tecnologia avançou, mas bagunçou tudo

 

No passado, era só ligar a TV e sintonizar o canal para assistir a um filme, série, novela ou evento esportivo. Agora, as Smart TVs oferecem ajustes dedicados para cada porta HDMI e para cada evento que vamos assistir.

E isso cria uma bagunça mental até mesmo nos usuários com alguma experiência no mundo da tecnologia. Bagunça mental e muita preguiça, pois tudo o que eu quero é ligar a TV e assistir ao conteúdo.

Cada fabricante de Smart TVs coloca em seus produtos diferentes alternativas para ajustes de imagem e som para cada tipo de conteúdo que vamos consumir no produto. Isso é ótimo, pois mostra uma versatilidade dessa tecnologia em atender públicos com diferentes níveis de exigência.

Porém, só é ótimo na teoria. Na prática…

 

 

 

As Smart TVs não são tão inteligentes assim

 

 

Isso é um fato consumado.

Por mais que eu ame a minha Smart TV da LG, eu reconheço que ela não faz tudo o que eu quero ou preciso. Ainda necessito instalar outros dispositivos para ter uma experiência mais completa de entretenimento.

E não estou falando apenas do videogame. Até porque algumas Smart TVs já oferecem recursos para rodar jogos de videogame, tentando atender aos usuários mais casuais. Falo de um eventual Chromecast, uma Mi Box TV, uma Retrobox Gaming e outros dispositivos.

Sem falar que alguns sistemas operacionais de Smart TVs ainda não oferecem todos os principais aplicativos para a reprodução de conteúdos.

E quando oferecem, esses apps entregam um desempenho muito pobre. Destaque negativo neste caso para os apps da DirecTV GO e do Globoplay (quando tem um app para rodar esse conteúdo; a LG descontinuou o aplicativo do Premiere, por exemplo).

 

 

 

Menos é mais

 

 

De que vale ter uma Smart TV que oferece uma série de recursos quando essa mesma TV não faz bem boa parte das funcionalidades oferecidas?

Vivemos a era do minimalismo. Não só no design, mas também no estilo de vida. Muita gente entende que não precisa ter tantas coisas na vida para ser feliz, e no caso das Smart TVs, a regra se aplica muito bem.

Já parou para pensar que tudo o que você precisa para controlar a sua TV é de um controle remoto com o tamanho e as dimensões do controle do novo Chromecast? Já imaginou se sua TV deixasse de lado vários dos seus recursos para ser mais objetiva e direta na simples função de assistir televisão?

Pense nisso. E bom entretenimento para todos.


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