Estamos vivendo em 1724? Tem uma teoria que afirma isso | @oEduardoMoreira Press "Enter" to skip to content
Início » Variedades » Estamos vivendo em 1724? Tem uma teoria que afirma isso

Estamos vivendo em 1724? Tem uma teoria que afirma isso

Compartilhe

Você conhece as Hipóteses do Tempo Fantasma?

Pois é… para algumas pessoas, essa é uma teoria totalmente descabida, enquanto que para outros contam com alguns argumentos científicos que valem a pena ficar de olho. E eu vou explicar o que é essa estranha teoria da conspiração, para que você tire suas próprias conclusões.

 

Explicando as Hipóteses do Tempo Fantasma

A ideia nasceu do cientista Heribert Illig em 1991, com argumentos reforçados pelo Dr. Hans-Ulrich Niemitz em 1995.

Nossa vida (como seres ocidentais) é calculada pelo calendário gregoriano, introduzido pelo Papa Gregorio XIII, a partir de vários cálculos astronômicos. Esse calendário entrou em vigor em 1.582.

Porém, os cientistas que reforçam a teoria em destaque apresenta supostos erros de cálculo do Papa, mostrando que existem pelo menos 300 anos que foram perdidos em nossa história. Dessa forma, nesse momento, estamos no ano 1.724.

Eu sei. É uma loucura. Mas os caras contam com alguns argumentos.

 

 

 

Quais são os argumentos dessa teoria?

 

 

O Dr. Niemitz afirma que a Idade Média simplesmente NÃO existiu. E, apesar de ser uma teoria que pode ser contada pelo seu avô ranzinza, ela não deixa de ser interessante.

O texto da pesquisa científica pede logo de cara para os leitores interessados que “sejam pacientes, benevolentes e abertos a ideias radicalmente novas”, o que já dá uma certa ideia sobre o nível de absurdos que podem aparecer.

Pois bem, em linhas gerais, o estudo afirma que o período fantasma de 300 anos aconteceu entre os anos 600 d.C e 900 d.C. O que pode ter acontecido para o desaparecimento de três séculos? Ah, sim: erros de cálculos, má interpretação de documentos históricos ou uma “falsificação deliberada dos acontecimentos históricos”.

Lembrando que esta é uma teoria que não conta com qualquer tipo de prova material ou comprovação científica.

De qualquer forma, esse vácuo no tempo seria comprovado pela arquitetura da época, os artefatos descobertos, as pinturas e os livros que pertencem a outros períodos, onde a forma de construir determinadas edificações não tinham precedentes, e seus predecessores só apareceram 200 anos após a construção daquele objeto.

Logo, peças de época onde a forma de design arquitetônico era uniforme contar com tais características poderiam reforçar a teoria dos investigadores. outros detalhes estéticos ajudam a reforçar essa perspectiva.

Agora, some tudo isso à ausência gigantesca do registro do avanço do Islam no Oriente Médio e o repentino desaparecimento e posterior aparição de um povo judeu entre os anos 711 e 796, e temos todo um cenário de teorias conspiratórias montado.

De novo: não sou eu que vou dizer que isso aqui está certo ou errado. Apenas escrevi o post para que você tire as suas próprias conclusões.

 

 

Via IFL Science, Stud


Compartilhe
@oEduardoMoreira