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Falando bem sério: nem precisava de estudo para isso aqui. É o óbvio.

Um estudo publicado pelo Journal of Sex Research mostra o trabalho do sociólogo Elyakim Kislev, que analisou os níveis de satisfação sexual de sete grupos de pessoas. Entre eles estão os casados, os que nunca se casaram e os divorciados. O último grupo foi dividido entre solteiros, com parceiro mas morando sozinho e vivendo juntos em um relacionamento aberto.

Ou seja, boa parte das combinações possíveis para relacionamentos interpessoais.

Não só isso. O estudo leva em consideração outros fatores, como autoestima sexual, comunicação e frequência do sexo.

Os dados foram oferecidos pela organização Pairfam, que coletou a informação de 3.207 pessoas da Alemanha em relação aos fatores estudados. Todos estavam em um intervalo etário entre 32 e 46 anos, e os resultados são mais que interessantes e, em alguns casos, bem previsíveis.

 

 

Os casados estão pouco satisfeitos com a sua vida sexual

 

 

A primeira coisa que o estudo revelou é que o casamento não influencia positivamente na satisfação sexual. Pelo contrário: os casais casados estavam menos satisfeitos que os demais. Como se isso fosse pouco, os casados relataram níveis mais baixos de autoestima sexual e comunicação.

Curiosamente, aqueles que estavam mais satisfeitos com o sexo eram os que tinham um parceiro, mas viviam em casas separadas (nunca concordei tanto com um estudo como nesse caso).

A única exceção sobre essa tendência foi em relação aos solteiros que nunca se casaram. Naturalmente (também por motivos óbvios), eles estavam menos satisfeitos com a sua baixa frequência de sexo em comparação com qualquer outro tipo de relacionamento. Por outro lado, eles ainda assim contam com um nível de autoestima maior e uma melhor comunicação do que os indivíduos casados.

Concluindo: os casados terminaram com um desempenho muito pior do que qualquer outro tipo de status de relacionamento. Logo, se o sexo é um fator muito importante na sua vida, você já sabe o que deve fazer…

NÃO SE CASE! NUNCA!

 

Via Journal of Sex Research


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