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Em pleno ano 2016, com tanto acesso à informação, com qualquer dispositivo se conectando à internet, é simplesmente inadmissível a pessoa ser ignorante “porque quer”. Estou aprendendo a não mais discutir com pessoas que querem ficar nessa “zona de conforto” por vontade própria. Não perco mais meu tempo com esse tipo de gente. Até porque eu sei usar o Google para algo que vai além do que procurar o escudo do time na internet.

Pior: conheço gente que nem isso consegue fazer.

Falo isso sem mesmo ser um membro da geração 100% conectada. Quando comecei a trabalhar com tecnologia (programação, processamento de dados, edição de textos, planilhas, etc), a internet nem existia. Quando ela chegou, comecei a me aproveitar do melhor dela, por entender que aquela era uma ferramenta mais do que poderosa para fazer qualquer coisa. Porém, fico surpreso como algumas pessoas simplesmente se recusam a se empenhar um pouco mais para aprender como essa ferramenta funciona. Vão além: alegam que o Google “não presta”, e simplesmente desistem de prosseguir em uma determinada tarefa.

Sabe, esse tipo de coisa vai além da ignorância. É algo que, para mim, é até difícil de qualificar. Em uma época onde estamos mais obstinados e criativos, criamos mais, realizamos mais e executamos mais, é difícil para mim entender por que uma pessoa se coloca como limitada “porque quer”. Basicamente. Não falo de alguém que entra na categoria dos limitados, incapacitados ou que não contam com o acesso à informação. Falo de pessoas minimamente estudadas, com boa formação profissional, mas que se valem da desculpa do “o que eu sei me basta” para não avançarem no aprendizado.

Pode ser uma inflexibilidade da minha parte, mas não consigo aceitar que pessoas com acesso à internet e ao Google não queiram utilizar essas ferramentas de forma minimamente produtiva. Para mim, isso é praticamente impossível. Dependo muito do Google nas minhas atividades profissionais e pessoais. Imagino o quanto a vida de qualquer pessoa pode ser afetada positivamente quando seus recursos são utilizados de forma útil, nem que seja em 10% do seu potencial.

Mas… é uma pena. Não me surpreende essa postura inflexível de algumas pessoas. Para determinadas “entidades de barro”, o orgulho fala mais alto.

Porém… o tempo não para. E as pessoas não dão a mínima para “entidades de barro”.