E terça-feira, 18 de setembro de 2018, foi em Florianópolis (SC).

Um exército rosa. Um “coral danoninho”. Um grande coral.

Foram tantas palavras positivas, em um ambiente alegre, leve e musical. A causa era nobre. Para mim, como disse antes, foi mais que especial. Especialmente em 2018, eu tinha motivos de sobra para cantar pela campanha do Outubro Rosa.

Eu faço música por amor. Eu me entrego por inteiro para as rotinas musicais. E fazer música pela doação, pela causa maior… é, para mim, um prêmio.

É também uma responsabilidade enorme. Sempre tenho em mente que, como cantores, somos responsáveis em oferecer para quem nos ouve algo de bom. Cuidar da alma das pessoas que chegam até nós com os mais diversos estados emocionais.

Porém, é inegável que a alegria em cantar pela doação é algo único.

O ambiente estava leve. Uma energia boa. Uma harmonia de pensamentos e sentimentos.

 

 

Me emocionei? Claro que sim!

Estava consciente que eu precisava acertar as notas e os textos, acertar as linhas, e entregar o melhor de mim para contribuir com o bom resultado musical do grupo.

Porém, pensando em toda a tal “lei do retorno” que me levaram do mero espectador e entusiasta do Outubro Rosa de 2017 para um residente em Florianópolis que conseguiu ajudar a salvar uma vida vítima do câncer de mama e cantando no Outubro Rosa 2018, eu me permito a me emocionar enquanto canto as belezas da vida, e na história que se construiu na estrada que decidi caminhar.

 

 

A abertura do Outubro Rosa 2018 foi um dos melhores momentos do ano, e uma das coisas mais legais que fiz desde que cheguei em Florianópolis. Não apenas o orgulho em participar de uma causa nobre, mas a alegria em entregar um pouco de mim para essa causa.

Eu agradeço pela oportunidade. Pela chance de vivenciar tudo isso. E pela música ser o fio condutor de uma história que jamais vou esquecer.

Por tudo isso… já valeu a mudança para Florianópolis. E muito!