Fim da garantia + telefone quebra = Lei de Murphy | @oEduardoMoreira Press "Enter" to skip to content
Início » Dicas, Truques e Macetes » Fim da garantia + telefone quebra = Lei de Murphy

Fim da garantia + telefone quebra = Lei de Murphy

Compartilhe

Vamos combinar: isso muito provavelmente já aconteceu com você.

Aconteceu comigo. Com o meu pai. Com o Neymar. Até com o Neymar aconteceu.

Não vai acontecer com você?

A garantia do smartphone chega ao fim e, 17 segundos depois da virada do primeiro dia sem essa garantia, o telefone dá algum defeito. E você fica sem o benefício da assistência técnica autorizada de forma gratuita.

Sério… é de chorar de raiva!

No final das contas, você fica pensando seriamente se realmente não era a decisão correta pagar um valor a mais pela garantia estendida que algumas lojas e e-commerces oferecem.

Mas… você não fez isso, e agora fica aí, decepcionado, conversando com o Murphy sobre a sua lei cruel.

 

 

 

Baterias que não aguentam

A bateria é um dos componentes que mais rápido pode se desgastar em um smarpthone. Ciclos de recarga, variações climáticas constantes, uso de acessórios não recomendados, uso constante da recarga rápida e até mesmo a falta de bom senso do usuário podem ser fatores determinantes para reduzir o bom funcionamento deste componente.

Ou seja, não será nenhuma surpresa se a bateria apresentar problemas sérios após os 12 meses de garantia de fábrica. E exceto em casos muito específicos onde se comprova que a culpa não é sua e sim do fabricante (por exemplo, smartphone explodindo, soltando fumaça ou desligando do nada), você vai ter que pagar para trocar essa bateria.

E sem reclamar.

 

 

 

Telas que dão defeito

Muitos smartphones contam com telas cujos materiais são muito resistentes. Porém, nem mesmo o cristal mais duro do mundo pode ser imune a um desastrado com mãos de alface.

Deixar o smartphone cair depois do prazo de garantia é pedir para morrer na troca da tela. Fato.

Sem falar que, com o passar do tempo, os componentes internos da tela podem apresentar defeito pelo próprio uso, algo que é relativamente normal, considerando a maior ou menor intensidade ao toque. E a garantia também não cobre esse desgaste eventual dos componentes internos.

 

 

 

Conectores quebrados

Se você é uma pessoa muito nervosa e estressada, além de ir pescar, tomar chá com a avó e procurar ter uma vida sexual mais ativa, é fundamental ter um pouco mais de cuidado no uso cotidiano do smartphone.

Conectar ou desconectar os fones de ouvido ou o carregador com muita agressividade pode gerar um estresse desnecessário a componentes que são sim resistentes… ao uso normal, e não ao ato irracional de um troglodita.

Com o passar do tempo, esses componentes podem apresentar problemas físicos que, de forma inevitável, só serão resolvidos com a substituição do conector em questão em uma bancada de assistência técnica.

Apesar do problema aparecer pelo evidente mau uso do proprietário do smartphone (que não consegue raciocinar após uma derrota do seu time na final da Libertadores), ainda dá para tentar conseguir um reparo gratuito se o dispositivo estiver na garantia de fábrica.

Mas como muito provavelmente você exerceu sua raiva máxima dias depois do primeiro ano de aniversário do smartphone em sua vida, muito provavelmente você vai gastar dinheiro no futuro. Seja para consertar o telefone, seja para comprar um novo dispositivo (pois o estrago pode ser permanente, dependendo do nível de insanidade).


Compartilhe
@oEduardoMoreira