Tem gente que gosta de sofrer, e eu respeito isso. Para algumas coisas, ser fácil demais não é algo tão atraente ou digno de ser lembrado em uma estátua de mármore. Para muita gente, vida se chama VIDA, e se fosse algo fácil, se chamaria Miojo.

No caso dos gamers, tem uma galera que também não gosta de moleza, mesm oque seja em um jogo que, na teoria, requer uma certa dose de concentração, como é o caso de Tetris. Aliás, muito amor por esse jogo, minha gente.

Tetris é o tipo de jogo que pode se complicar em questão de minutos, já que as peças ficam mais difíceis com o avançar do jogo. A maioria das pessoas aceita esse tipo de comportamento do game, mas Sam Hughes é um inconformado por excelência.

Não satisfeito com a paz de espírito que ele poderia obter ao jogar Tetris no modo normal e corrente, ele desenvolveu o Hatetris, uma versão do popular jogo onde blocos precisam ser encaixados para registrar pontos, mas com a peculiaridade de sempre oferecer a pior peça possível em cada situação.

Isso significa que, pelo menos logo de cara, você teria que enfrentar dezenas de blocos em forma de ‘S’. Se isso não é o bastante, uma vez você finalmente entende que esse é o padrão do jogo, ele piora. Drasticamente.

O lado bom desse jogo é que existe uma opção onde você pode reproduzir novamente os jogos. Ou seja, se você realizou uma partida memorável, pode dar uma esnobada nos seus amigos, mostrando a sua proeza. Ou fazer papel de otário e ser humilhado por eles, que podem entender que você é uma criança birrenta e mimadinha querendo mostrar vantagem com um jogo de videogames tão simples.

E fazer uma partida memorável no Hatretis significa fazer 10 linhas, já que o próprio Hughes só conseguiu limpar cinco linhas em um único jogo.

O vídeo a seguir mostra como é complicado trabalhar com 30 linhas em um jogo (é preciso fazer movimentos que, em uma partida do Tetris clássico, seriam impensáveis ou atípicos).

Hatetris é genial para os gamers especialistas em Tetris que buscam um grau de dificuldade extra, ou para quem quer fazer uma zoeira com alguém, apenas testemunhando como eles vão sofrer tentando entender o que está acontecendo.

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