A Huawei planeja lançar um smarpthone com 512 GB de armazenamento, e isso tem um lado bom e um lado ruim (como tudo nessa vida).

O lado ruim? Serão modelos consideravelmente caros, ainda mais levando em consideração que esses smartphones vão abrigar chips praticamente inéditos no mercado (o Tuning Cadenza é o único que conheço com 512 GB de armazenamento nativo.

O lado bom? Mais espaço de armazenamento para nosso conteúdo pessoal, e dispensando o uso de memórias flash, o que sempre representa uma melhor performance final para o usuário.

Confesso que, para mim, a ideia de ter 512 GB de armazenamento em um smartphone é muito tentadora. Ainda mais no meu caso, que armazena uma grande quantidade de conteúdo no smartphone (ainda ouço músicas em MP3). Sem falar que vivemos a era em que nossos smartphones conseguem gravar vídeos em 4K.

Mas não sei se me anima ver os preços dos dispositivos top de linha disparando por causa dessa vasta quantidade de armazenamento, que há 20 anos atrás era algo utópico, e em 2008 só era visto em noteboks e desktops (em 2008, poderíamos agradecer se nosso smartphone tivesse 16 GB de armazenamento).

Seja como for, a Huawei quer tentar. E eu quero ver isso de perto.