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Alguns de vocês sabem que eu estou em Araçatuba (SP), passando as festas de final de ano (Natal e Ano Novo). Um período do ano que é perfeito para descansar, mas também para eventualmente testar a tecnologia que está ao seu redor, de alguma forma. Novos gadgets, eletrodomésticos, eletrônicos… e a telefonia móvel da cidade.

Quando me mudei para Ponta Grossa (PR) em agosto, eu utilizava a Vivo como minha linha principal de celular (plano SmartVivo Controle). Aliás, fiz a mudança em 2011, depois que fiquei praticamente desconectado em Balneário Camboriú (SC) durante as festas de final de ano, já que a Claro operava muito mal na cidade. De lá para cá, são quatro anos bem satisfeito com os serviços da operadora, principalmente no que se refere à cobertura de sinal.

Em maio, o 4G da Vivo chegou em Araçatuba, e apesar do sinal só alcançar essa velocidade no centro da cidade e em pontos mais estratégicos, ao menos era um 4G efetivo. Era uma alegria poder utilizar a internet em velocidade muito superior ao 3G da mesma operadora, que em determinados pontos comerciais simplesmente zerava o sinal. Eu abandonei a Claro por conta dos problemas já citados no parágrafo anterior, e a Oi não tinha qualquer tipo de loja oficial na cidade, o que tornava essa uma opção inviável para mim em caso de problemas.

A TIM eu não considero como opção nem mesmo para chamadas de voz. Sou obrigado a ter uma linha da operadora por conta de alguns amigos e contatos comerciais que utilizam essa operadora. Infelizmente.

Ao retornar para Araçatuba para as festas de final de ano, decidimos participar de uma brincadeira, chamada Cubo do Conhecimento, idealizado pelo Uni Toledo. Quem encontrasse o tal cubo ganharia prêmios interessantes, incluindo um carro zero quilômetro. Enfim, esse foi o motivo para nos deslocarmos para um local relativamente afastado do centro da cidade, a 14 km do perímetro urbano, em uma velha estação férrea desativada. E lá eu pude comprovar como sinal de internet móvel da Vivo segue superior em relação aos demais.

Quando chegamos ao nosso destino, eu precisava consultar informações adicionais sobre as pistas buscadas na brincadeira. De forma (quase) não surpreendente, o 3G da Vivo ainda estava funcionando, mesmo com certas dificuldades para abrir as páginas (a ponto da Google acionar o modo de baixo consumo de dados, por detectar uma conexão mais lenta). O smartphone que utilizo essa linha da Vivo é o Motorola Moto Maxx.

Já o meu sobrinho, que me acompanhava no carro, possui uma linha da Claro, e ao tentar utilizar o seu iPhone 6 para realizar a mesma pesquisa, se deparou com um sinal completamente zerado. Ou seja, sem rede móvel ativa, e sem a possibilidade de navegação na internet.

O mesmo aconteceu com a linha da TIM, que utilizo para testes nesse momento com o Lenovo A7010. Aliás, mesmo no centro de Araçatuba, a TIM não consegue oferecer nem mesmo um 3G decente. Logo, não poderia imaginar outro resultado da operadora nesse aspecto.

No segundo semestre de 2015, o 4G da Vivo chegou em Ponta Grossa. Repetindo os momentos iniciais de sua implantação em Araçatuba, o sinal em alta velocidade só esteve presente em determinados locais da cidade (normalmente os mais importantes), mas com o passar dos meses ele está expandindo para os demais bairros.

Tal postura da Vivo só reforça que, ao meu ver, ela é a melhor opção em termos de cobertura de sinal de internet. Não é a melhor relação custo-benefício do mercado, e sei que os resultados podem variar de acordo com a região do Brasil que você vive. Mas chego a conclusão que não posso ficar desconectado, e não estou disposto a arriscar uma mudança nesse momento.

Detalhe: a Vivo não me pagou um centavo para esse post. Opinião 100% isenta.