Os novos iPhone XS e iPhone XS Max chegaram para uma missão específica: atualizar o iPhone X.

Para quem reclamava do notch, chora na cama que dói menos. O notch chegou para ficar, o iPhone X vendeu muito, e a prova cabal é que o design dos novos smartphones da Apple segue a referência do modelo de décimo aniversário.

Ou seja, as pessoas gostam. As pessoas querem. Só você não quer!

Por isso, os novos iPhone XS e iPhone XS Max não mudam por fora. Mudam por dentro, e onde pode melhorar: processador e câmeras.

Um novo processador de 7 nm, o Apple A12 Bionic, muito potente, trabalhando com recursos de inteligência artificial e um iOS 12 que deve ser mais alinhado com essa nova proposta.

Um conjunto de câmeras reformulado, para um efeito bokeh cada vez melhor, e captação de fotos e vídeos ainda mais eficiente.

É a Apple entregando o que as pessoas querem.

Ah, sim, tem as telas OLED, uma tecnologia melhor e mais econômica para um dispositivo ainda mais otimizado para exibir fotos e vídeos. Ainda mais com uma tela de 6.5 polegadas.

 

 

6.5 polegadas!

Dá para imaginar o Steve Jobs rolando como um golfinho no Sea World com tal decisão.

O que dizer dos novos iPhones?

Eu gostei. Mesmo. Mas nem posso me empolgar muito com um smartphone que, na sua versão mais barata (ou menos cara), custa US$ 1.000. É algo completamente fora da minha realidade.

E o lançamento de hoje nos apresentou o iPhone mais caro da história: o iPhone XS Max, com tela OLED de 6.5 polegadas, processador Apple A12 Bionic e 512 GB, por esfaqueantes US$ 1.449.

 

 

Chuto R$ 9.999 por aqui, com certa facilidade.

Aliás, a péssima notícia para nós, brasileiros, é que os novos iPhone XS e iPhone XS Max chegarão por aqui muito caros, especialmente com um dólar a R$ 4, que não deve ter sua cotação caindo tão cedo.

Ah, e vale lembrar que os novos modelos lançados hoje não são compatíveis com a frequência LTE de 700 MHz do Brasil. Ou seja, segura o cartão de crédito e o passaporte por mais algumas semanas (ou até que alguém apresente uma solução, ou até que a Apple apresente os preços dos produtos no Brasil, ou até que alguém descubra qual país tem compatibilidade).

São novos iPhones. Bonitos, caros e conservadores. Mas que muita gente vai amar.