Na noite de ontem (20) eu estava cumprindo o meu dever cívico em assistir às finais de conferência da NFL (dois jogos maravilhosos, você não sabe o que perdeu), e agora sabemos que New England Patriots e Los Angeles Rams estão no Super Bowl, a grande final da liga de futebol americano, que acontece no dia 3 de fevereiro.

Enquanto isso, no mundo dos meros mortais, estava rolando algo bem louco na Rede Globo. Aliás, quero deixar bem claro que faz muito tempo que eu não assisto ao Fantástico, e são raras as vezes que assisto alguma coisa no canal.

Por outro lado, eu também não faço boicote à Rede Globo ou a qualquer outro canal de TV. Para mim, boicote é coisa de gente idiota que não sabe usar o controle remoto da TV em silêncio, e quer cagar regra na cabeça dos outros.

De qualquer forma, fui surpreendido com a internet mais agitada do que a escola do Mean Girls depois que Regina George decidiu liberar o livro pra galera. Alguma coisa aconteceu no final do Fantástico que mexeu com todo mundo. E que vai render muito por algum tempo.

Em um claro movimento de contra-ataque (ou declaração de guerra, diriam alguns), a Rede Globo decidiu, do nada, lançar um novo segmento humorístico, o “Isso a Globo não mostra”, baseado no bordão criado pelos internautas xiitas drogados e cheios de teorias de conspiração na cabeça.

No segmento, o quadro ri da própria programação, dos seus artistas e de alguns fatos da semana. E para bom entendedor, meio liquidificador basta: vários torpedos foram lançados na direção da família Pocket, dos seus agregados, aliados e dos seus esquemas que hoje são, no mínimo, ‘suspeitos’.

Se você tem um QI acima de 90, vai entender o vídeo e vai rir junto com a proposta de colocar os memes do YouTube na televisão. Agora, se você é um asno que come alfafa e não entende que existe no Brasil uma coisa chamada LIBERDADE DE EXPRESSÃO, pode me xingar que eu estou cagando e andando.

Divirta-se!