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Ryan Grant, 28 anos, lucrou US$ 8 milhões em quatro anos comprando produtos da Walmart e revendendo na Amazon, criando uma empresa dedicada a isso.

Tudo começo quando Ryan estudava na Winona State University. Duas vezes por ano, ele realizava um evento de recompra de livros, que eram revendidos na Amazon, o que lhe gerava lucros de US$ 10 mil por mês. Ele decidiu retomar a atividade depois que deixou o seu emprego em um escritório contável em Minneapolis, mas levando o negócio para outro nível.

Ele basicamente usava o aplicativo da Amazon com sua conta de vendedor para escanear os códigos dos produtos da Walmart e ver qual é a margem de lucro que ele poderia obter. Então, comprava os produtos mais baratos na loja física para revender depois na gigante online.

Grant desenvolveu uma grande facilidade de escanear e avaliar rapidamente os possíveis lucros. O restante do trabalho ficava para a Amazon, que recolhia os produtos para entregar aos seus clientes.

Qualquer produto servia. Grant dedicava 10 horas do seu dia comprando produtos mais baratos na loja física do Walmart para revenda, algo que lhe gerava lucros de US$ 1.000 ao mês. Ele decidiu se dedicar exclusivamente a isso em 2013, e apenas três meses depois já estava obtendo lucros mensais de US$ 9 mil.

Grant calcula que chegou a ficar 30 horas por semana comprando no Walmart, e outras 15 horas semanais preparando os envios. Quando viu que era trabalho demais para ele sozinho, contratou um amigo para buscar mais produtos em outras lojas físicas locais.

Quatro anos depois, Grant tem uma equipe de 11 pessoas, e sua empresa agora opera em um armazém. Os lucros mensais são de US$ 200 mil.

A revenda de produtos pela internet não é uma novidade, mas o que fez de Amazon, eBay e Mercado Livre plataformas de sucesso é a capacidade de facilitar a vida do cliente e do vendedor.

Os sistema de reputação anti-fraude obriga que um vendedor pequeno tenha uma postura de loja grande. Grant se encarrega dos custos quando os produtos não são entregues corretamente, e isso reforça sua credibilidade junto ao consumidor.

E essa é uma solução de mercado que até pode ser muito bem adotada no Brasil.

 

Via CNBC