O ano de 2018 foi a segunda temporada de 2017, o ano mais importante da minha vida. Eu obtive muitas respostas, fiz muita coisa boa, briguei com muita gente, evitei os processos e os eleitores raivosos. Apesar de achar que, em termos coletivos, esse ano foi uma grande b*st* (tipo bolsa de colostomia em candidato a presidente), nos aspectos pessoais, não foi tudo tão ruim assim.

Nesse post, eu faço aquela peculiar reflexão dos últimos 365 dias, mostrando que eu estou com muito tempo livre para ficar escrevendo bobagens nesse blog.

 

 

O que eu aprendi em 2018

1. Não quero mudar de cidade tão cedo: Eu não aguento mais ver caixas de mudança na minha frente. Ou seja, mesmo que Florianópolis se transforme uma cidade zumbi cheia de racistas misóginos e homofóbicos, eu fico por aqui por um bom tempo.

2. Deixar Ponta Grossa foi mais fácil do que eu imaginava: Olhando para trás, eu entendo que o meu tempo no interior do Paraná acabou. Fiz o que tinha que fazer, aprendi o que eu podia aprender, e fui para “o meu lugar”: um lugar melhor.

3. Quando os amigos ajudam nas grandes mudanças, tudo fica mais fácil: Eu tive a sorte de fazer boas amizades antes de realizar a mudança para Florianópolis. E essas pessoas foram fundamentais para me situar por aqui. Para essas pessoas, gratidão eterna.

4. O canto coral em Santa Catarina é bem diferente: Diferente a ponto de dizer que de nada vale ter vários corais se a maioria faz a mesma coisa, abraçando um sistema arcaico e cheio de vícios. Felizmente, hoje eu estou nos dois melhores corais de Florianópolis, que fogem um pouco aos padrões previamente estabelecidos.

5. Eu não me dei prejuízo em 2018: As receitas dos meus três blogs repetiram os números alcançados em 2017. Posso até ter arrecadado menos por causa da inflação, mas numericamente eu não resultei em prejuízo em um ano de mudança de cidade e estado.

6. Minha audiência aumentou 33% em 2018: O TargetHD.net, o meu blog principal, se recuperou de uma queda de audiência acentuada por conta de diversos problemas técnicos (quedas constantes). A estabilidade funcional resultou em um ganho de audiência que deve ser ainda maior em 2019.

7. Não devo me prender a tradições: Tradições existem para serem respeitadas, mas é minha obrigação adotar e apresentar o novo nas diferentes atividades que eu exerço cotidianamente. É o novo que faz a roda do mundo girar.

8. Não abro mão das minhas convicções e das causas que abracei: Eu precisei ser muito forte para não desistir do que eu acredito em função do discurso distorcido do coletivo. O que eu acredito vale mais do que a irracionalidade institucionalizada na comunidade.

9. Toda história tem os dois lados: Aquele que se faz de vítima ou constrói uma narrativa para se esconder não tem a verdade em si. Não existe alguém que seja vilão o tempo todo, muito menos a pessoa que só foi vítima de uma situação. Pois até mesmo a vítima pode atacar você pelas costas.

10. Eu posso sempre me superar se eu acreditar mais em mim: Eu me superei em momentos que achei que não seria possível. Realizei coisas que acreditava que estavam acima de mim. Cresci em função das minhas conquistas, pois entendi que era possível avançar, apesar das dificuldades.