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O mercado automobilístico está sofrendo um duro baque. Não é por falta de inovação, pois os carros elétricos estão revolucionando o setor, e o carro autônomo é a grande promessa de futuro. O problema esta nas vendas: as novas gerações contam com interesse limitado na compra de um carro, e cada vez mais os usuários estão recorrendo ao renting, seja para o aluguel de carros ou para o uso de transporte por aplicativo, ou por outros sistemas de mobilidade.

Para as novas gerações, não é tão interessante comprar um carro, diferente do que acontecia com os seus pais, por exemplo. Antes, ter um carro era um sonho de confuso. Agora, os millennials não consideram isso tão importante, e procura outras alternativas.

 

 

Outras alternativas de mobilidade urbana

 

 

Os jovens que vivem nos grandes centros urbanos preferem utilizar plataformas de transporte compartilhado (Uber, Cabify), mobilidade pessoal (bicicletas e patinetes elétricos) ou até o transporte público para evitar as desvantagens de ter um carro. E tal tendência pode ser confirmada no futuro com os carros elétricos, que tendem a ser mais acessíveis.

Porém, há quem diga que essa é uma tendência temporária. Conforme os jovens vão formando famílias, aumenta a necessidade de contar com um veículo próprio.

Por outro lado, o renting é a nova fórmula para muitos usuários de carros, que podem se despreocupar do conceito do propriedade como tal e recorrem ao modelo de aluguel de veículos a longo prazo, que antes era muito aproveitado por empresas, mas que agora migrou para os usuários particulares com sucesso.

 

 

Fato é que o comportamento da sociedade está mudando, e as novas gerações estão percebendo que ter um carro não é uma prioridade, e apostam em outras soluções para a mobilidade urbana. Isso pode resultar em algo positivo: menos carros nas ruas, uma quantidade menor de poluição e engarrafamentos menores.

Quem sabe no futuro isso tudo se converte em cidades com um trânsito que flui melhor para todos.


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