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Essa é uma moto da Yamaha que tem uma peculiaridade muito interessante: ela vai funcionar com água… mas não como combustível.

A moto é um projeto assinado pelo designer Maxime Lefebvre, e nasceu em 2016. Depois de várias revisões, a sua chegada ao mercado está prevista para 2025. E vale lembrar que o motor da moto não vai utilizar a água como combustível, mas sim uma tecnologia que deve substituir a cadeia que faz a roda traseira da moto girar por um sistema de fluxo de ar que move a roda.

Ou seja, a moto ainda precisa de um motor, seja por combustível ou elétrico, para mover a água com a força suficiente para girar a roda em alta velocidade. É algo fascinante e revolucionário, típico de filmes de ficção científica.

 

 

 

Água para mover… água para impulsionar…

 

 

A cadeia da modo foi substituída por um sistema hidráulico que muda por completo a aerodinâmica e o design da moto, com o assento flutuando no ar. O tanque de água fica abaixo do assento, que chega até uma bomba de água impulsionada pelo motor, que envia essa água em grande velocidade até a roda traseira. Outra bomba posicionada na roda envia a água de volta, mantendo o fluxo funcionando.

 

 

A pergunta que fica é: tudo o que você acabou de ler até agora nesse post… é algo real ou uma fantasia bem louca de designers?

Bom, para um projeto que começou em 2016 e tem até 2025 para ficar pronto, fica difícil achar uma resposta plausível. Mas é importante lembrar que um motor com fluxo hidráulico tem como vantagens pesar três vezes menos, ser mais ecológico e mais silencioso, além de permitir o uso de um sistema de tração nas duas rodas.

Por outro lado, um sistema como esse pode ter problemas para controlar o valor gerado pelas elevadas velocidades de deslocamento da água, além de um empuxo baseado no fluxo de líquido com certeza não seria algo constante.

Ou seja… nem tudo é tão simples como parece.

A esperança da Yamaha é que já existem motores de fluxo hidráulico, mas que funcionam a uma velocidade muito mais lenta. E a tecnologia atual não está preparada para aplicar tal conceito em uma moto.

Mas isso… hoje. Quem sabe em 2025 as coisas não são um pouco diferentes…

 

 

Via Behance, New Atlas


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