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Eu imaginava que o fenômeno de Pokémon Go já tinha passado, mas eu me enganei. Ainda tem muita gente que eu conheço que mantém o hype do jogo da Niantic vivo. Sem falar nos usos criativos para o jogo, com finalidades bem mais edificantes do que capturar pokémons virtuais nas cidades ao redor do mundo.

Já contei aqui no blog sobre os manifestantes chineses que decidiram usar o Pokémon Go para organizar concentrações e manifestações sem a intervenção das autoridades, o que mostra que o jogo ganhou propósitos que vão além do simples entretenimento.

E o tema desse post mostra como as pessoas acabam entregando uma importância e relevância bem maior do que aquela que o jogo inicialmente se propõe a ser.

 

 

Um homem que foi longe demais com Pokémon Go

 

De acordo com a matéria publicada pelo The Seattle Times, policiais do estado de Washington observaram que um veículo estava parado no acostamento de uma estrada muito movimentada, e decidiram verificar se o motorista estava precisando de alguma ajuda.

O que eles encontraram foi o motorista sentado no seu assento de condutor, com um bloco de espuma emborrachada que fazia o papel de case, onde dentro dele havia espaço para oito smartphones, e cada um deles conectado a uma conta de Pokémon Go.

 

 

O motorista não foi multado, já que tecnicamente os policiais nunca viram o condutor dirigindo enquanto ele jogava (se bem que, por outro lado, o motorista pode ter ficado atento sobre a presença dos policiais na área, e decidiu parar o carro no acostamento da estrada justamente para evitar a multa), mas uma advertência por parar no acostamento em uma situação que não era uma emergência foi emitida.

O motorista aceitou colocar os telefones no banco de trás e seguir o seu caminho. E essa peculiar situação deve servir de sinal de alerta para todos os jogadores mais viscerais.

Se bem que… perto do nosso amigo asiático que instalou dezenas de smartphones na bicicleta para jogar Pokémon Go (e virou embaixador da ASUS no continente), esse cara aí do carro não é ninguém.

 

Via The Seattle Times


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