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A vida corrida e a contagem de votos na Geórgia fez com que eu me esquecesse de algo inesquecível: alguma informação relevante relacionada ao filme De Volta Para o Futuro.

Para quem não sabe, o dia de ontem, 5 de novembro, foi muito importante. Pelo simples fato que completamos exatos 65 anos da invenção do capacitor de fluxo. O elemento criado por Emmet Brown (Christopher Lloyd) foi o que permitiu todas as viagens no tempo dentro dos três filmes da franquia.

 

 

 

O que ele faz mesmo?

 

 

O elemento nasceu a partir de um acidente doméstico que o doutor Brown sofreu ao tentar instalar um relógio de parede. Ele caiu, ficou inconsciente, e quando despertou, teve a visão do genial capacitor de fluxo.

Na verdade, nunca entendemos exatamente o que o capacitor de fluxo faz de verdade. Só sabemos que este é o elemento que permite as viagens no tempo e, quando o DeLorean (ou qualquer outro veículo e/ou meio de transporte, tal e como constatamos no terceiro filme) alcança uma velocidade de 140 quilômetros por hora, esse elemento se torna ativo, com as três lâmpadas em forma de Y brilhando de forma mais rápida, até que as mesmas emitam uma luz de forma constante.

É nesse ponto que a carroceria do veículo em questão começa a dispersar o fluxo pela ativação do condensador. E então, o carro e as pessoas ou animais que estão dentro dele são deslocados para um momento na linha do tempo, tanto para o passado como para o futuro. Mas isso é tudo o que sabemos sobre o seu funcionamento.

 

 

A popularidade do capacitor de fluxo é tamanha, que ele é mencionado de forma mais ou menos direta em várias outras obras da TV e do cinema. Exemplos não faltam: o próprio Robert Zemeckis (diretor da trilogia De Volta Para o Futuro) introduziu o elemento no interior do trem do filme Expresso Polar, e no filme João e o Pé de Feijão, onde Lloyd interpreta um professor, é possível ver na parede da sua sala de aula um desenho do capacitor de fluxo.

 

 

Além disso, Vingadores: Ultimato brinca com a teoria de viagem no tempo de De Volta Para o Futuro, e a menção ao capacitor de fluxo é inevitável. E o universo Star Trek também faz referência ao elemento em várias oportunidades, como por exemplo no episódio 21 da terceira temporada de Star Trek: Nova Geração, no episódio 13 da segunda temporada de Star Trek: Voyager e no episódio final de Star Trek: Deep Space Nine.

 


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