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O Nothing Phone (1) é um grande nada?

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O Nothing Phone (1) chegou ao mundo fazendo barulho, chamando a atenção com um design irreverente e prometendo ser um telefone minimalista e diferente.

Porém, até o presente momento, além de fazer todo mundo lembrar da Apple (porque era preciso fazer referência ao iPhone de alguma forma), o Nothing Phone (1) só está se destacando pelos motivos errados.

Os primeiros dias de vida do produto não foram dos mais fáceis, já que alguns problemas sérios foram detectados no dispositivo, o que automaticamente se converte em propaganda negativa para um dispositivo que nem é tão caro assim (450 euros).

Então… o que está acontecendo, Nothing Phone (1)?

 

 

 

Problemas, problemas, problemas…

Muitos começam a afirmar que o valor real do Nothing Phone (1) é mais do que questionável quando o produto apresenta problemas que jamais deveriam existir para um dispositivo que se apresentou como diferente de todos os outros.

Os primeiros relatos de contato com o telefone idealizado por Carl Pei, o cérebro por trás da OnePlus, deixam uma preocupante sensação agridoce. Muitos casos de manchas verdes e pixels mortos na área da pequena ilha circular flutuante da câmera frontal aparecendo na tela do Nothing Phone (1) foram compartilhados nas redes sociais.

A empresa agiu rápido, substituindo os telefones que apresentaram tais problemas. Porém, a falha pode estar presente em larga escala, o que pode denunciar que, para reduzir os custos finais do Nothing Phone (1), foram utilizadas telas OLED de baixa qualidade e/ou defeituosas.

Aqui, o controle de qualidade deixou a desejar, e está claro que estamos diante de um defeito de fábrica que precisa ser coberto pela garantia de fábrica.

E agora, outro problema bizarro amaldiçoa a vida dos primeiros proprietários do Nothing Phone (1): a luz LED da parte traseira, tão chamativa e polêmica, está se soltando sozinha.

Como se fosse um produto fabricado por uma empresa brasileira de fundo de quintal qualquer.

Vários blogueiros estão compartilhando fotos do Nothing Phone (1) com a barra de luz LED da parte traseira soltando da carcaça do dispositivo. O item funciona perfeitamente, mas existe o temor que esse LED pare de funcionar em um futuro não muito distante.

Além disso, a parte traseira do Nothing Phone (1) é muito propensa a marcas de digitais, o que mata um pouco do seu design “atraente” (gosto é algo subjetivo), sem falar que o telefone está longe de ser o mais confortável no uso diário.

 

 

 

O Nothing Phone (1) é um grande nada?

Tá, é um pouco forte fazer esse tipo de afirmação, e só coloquei essa frase no título do post exclusivamente pelo click bait.

Porque eu preciso fazer esse blog bombar.

Por outro lado, as primeiras impressões práticas que o Nothing Phone (1) deixa são realmente preocupantes. E eu entendo que este é o primeiro produto de uma marca que aposta em um conceito diferente da concorrência.

Porém, Carl Pei não é um principiante neste segmento.

O Nothing Phone (1) é, em teoria, o resultado de tudo o que ele aprendeu com a experiência da OnePlus, e não podemos aceitar que esse primeiro produto apareça tão problemático. É até estranho: Carl Pei, depois de tantos acertos, entregar o nada?

Pois é. É bem isso o que está acontecendo neste momento.

Como diz uma amiga minha aqui de Florianópolis… “vamos aguardar”.


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