No futuro, hackear humanos pode ser um problema para a medicina, e os engenheiros da Universidade de Purdue procuram formas de evitar isso. E parece que conseguiram: eles criaram um protótipo de um dispositivo com forma de relógio que previne os ataques de hackers, usando o corpo como escudo.

Marcapassos e outros dispositivos médicos implantados pelo corpo podem ser hackeados, podendo inclusive matar alguém, em uma forma tecnológica e terrível de assassinato.

Os engenheiros da Universidade analisaram os riscos das tecnologias sem fio que podem enviar e receber sinais entre os dispositivos implantados nas pessoas, a uma distância de até 10 metros. Em teoria, é possível invadir um marcapasso avançado no futuro, mas nesse momento ainda não existe tecnologia para tal.

Mas como a tecnologia avança de modo desenfreado…

 

 

O estudo é centrado em como transformar o corpo humano em sua própria rede fechada, onde as propriedades condutoras do corpo transmitem um sinal de rádio de baixa frequência entre a pele o resto do corpo. O sinal que emitimos nunca vai além de um centímetro de distância do corpo, o que deixa qualquer dispositivo difícil de ser hackeado (em teoria).

O dispositivo parece um relógio mais grosso, e está em fase de protótipo. A ideia é reduzir o seu tamanho até que ele se torne um pequeno circuito integrado, para que o mesmo seja instalado em outros dispositivos.

 

 

Se os pesquisadores tiverem sucesso, não só teremos uma segurança para o futuro, mas também permitiria que médicos habilitem dispositivos reprogramáveis sem a necessidade de cirurgias invasivas, dispositivo bioletrônicos e outros recursos.