Compartilhe

windows-10-oeduardomoreira

Não é exagero da minha parte dizer que o Windows 10 já é um sucesso. Os números mostram isso. Essa é a versão do Windows que mais rápido está se expandindo entre os dispositivos compatíveis, e independente dos fatores envolvidos no processo (que vou abordar nesse post), fato é que a nova versão do sistema operacional da Microsoft chama a atenção positivamente. Nesse e em outros aspectos.

Nesse momento, mais de 8% de todos os computadores compatíveis com os sistemas da Microsoft já contam com o Windows 10 ativos e em funcionamento. Sem falar em algumas cópias piratas que certamente foram ativadas. Tudo bem, eu entendo que o fator ‘é de graça’ influenciou e muito nesse caso, e até mesmo o detalhe de muitos usuários incorporarem o espírito de ‘early adopters’, atualizando o mais depressa possível os seus dispositivos. Mesmo assim, acho que a Microsoft nunca viu isso, e ter a sua nova versão do Windows ser adotada com essa velocidade é sinal que a mesma era muito esperada.

E a melhor parte de tudo isso é que os feedbacks iniciais sobre o Windows 10 são positivos.

Bom, eu posso falar por mim. Eu tive que atualizar os meus computadores pela natureza da minha profissão, e pela necessidade de, em algum momento, compartilhar as minhas impressões para ajudar aos demais usuários que ainda estão indecisos sobre realizar ou não o update. Logo, a escolha no meu caso não foi difícil de ser tomada, mas admito que recomendei a alguns leitores do TargetHD a esperar mais um pouco. E reforço essa recomendação.

Todo software lançado vem com alguns bugs e falhas que serão corrigidas ao longo do tempo, e a maioria dos usuários comuns não precisa ter tanta pressa em atualizar o software. Podem esperar mais um pouco, ou pelo menos quando a primeira correção for liberada pela Microsoft. É mais seguro do que arriscar perder dados importantes ou arquivos pessoais que não estão com o backup feito. Nessas horas, sempre recomendo um serviço de armazenamento na nuvem (Dropbox, Google Drive, OneDrive, Box, etc), que basicamente faz o backup automático de fotos e vídeos, algo que a maioria dos usuários dão muito valor por serem dados pessoais.

Confesso que meus receios no update para o Windows 10 era na atualização dos drivers. O meu equipamento principal (notebook Dell Vostro 5470) recebeu no mesmo dia do lançamento do novo sistema updates de drivers de vídeo e WiFi, algo que me tranquilizou um pouco.

Segui todos os procedimentos indicados pelo sistema de alerta enviado pela própria Microsoft (resolvi não fazer o download independente), e a instalação aconteceu sem maiores problemas. Talvez até retire no futuro o serviço Dell Update, que ainda está ativo no meu equipamento (mas que entendo que vai perder efeito com o passar do tempo), para que o sistema seja ainda mais funcional.

E sobre o Windows 10? Se ele é bom?

Olha, é cedo para dizer qualquer análise mais aprofundada, mas posso afirmar que a Microsoft fez um grande trabalho no Windows 10. É um sistema visualmente bonito, simples e intuitivo. A combinação de propostas do Windows 7 e Windows 8.1 é bem clara e consciente, e eles encontraram um jeito de simplificar para quem não gostava da interface Metro.

Aliás, a ideia da Metro ainda está no sistema. É possível ver claramente isso em vários elementos. Mas o embrião de sucesso plantado no Windows 95 (e que perdura há 20 anos) está mais do que evidente.

Não só isso. O Windows 10 é leve, ágil, fluído. Tudo abre de forma muito limpa, sem travamentos ou engasgos. É claro que os resultados podem variar de acordo com o equipamento, mas se o seu computador já funcionava muito bem com o Windows 8.1 ou Windows 7, as chances dele funcionar com o mesmo bom desempenho com o novo sistema operacional são enormes.

Para os mais apressados, podem até se arriscar no update. Acho que o Windows 10 é um grande acerto da Microsoft, levando em conta que a grande maioria dos usuários definitivamente não gostaram do que viram no Windows 8. Parece que ‘agora vai’ para a gigante de Redmond. Não que com isso eles podem recuperar de forma sensível a fatia de mercado perdida para tablets e smartphones, mas certamente vai fazer a manutenção do Windows na primeira posição entre os sistemas operacionais para a computação tradicional.

E o que é melhor: com uma forte adoção da versão mais recente, e não daquela lançada há 8 anos.

Afinal de contas… quem não gosta de coisas de graça?


Compartilhe