Tá, de novo, estou atrasado. Mas estou aqui.

OnePlus 7 e OnePlus 7 Pro.

Não podemos negar que são dois smartphones top de linha de toda regra, e que custam bem menos que modelos de marcas com maior presença de mercado (olá, Samsung… olá, Apple). Também não podemos negar que também será bem difícil encontrar telefones como esse por aqui, o que pode desanimar a muita gente.

Mas é importante tentar encontrar o lado positivo de tudo nessa vida, e a melhor parte é que, apesar da OnePlus não chegar nem perto de ser aquela empresa que entregava a melhor relação custo/benefício como no passado, ao menos ainda entrega mais cobrando menos, o que é sempre algo bom para quem não quer vender um rim para ter um grande smartphone top de linha.

Os modelos contam com diferenciais bem interessantes para quem quer produzir e consumir conteúdos. O OnePlus 7 Pro conta com uma tela com frequência de 90 Hz, algo que deve fazer a alegria dos gamers, pois pelo menos na teoria o lag será menor. Além disso, os dois modelos oferecem conjuntos de câmeras bem competentes para quem adora registrar fotos.

 

 

Smartphones top de linha de respeito

 

 

A presença do Snapdragon 855 é quase obrigatória para qualquer smartphone que quer ser considerado um top de linha para esse ano. E o grande diferencial entre os fabricantes será em como esse hardware vai trabalhar com o software. Nesse aspecto, o OxygenOS, interface muito elogiada por vários usuários e entusiastas de tecnologia, terá um papel fundamental para o bom desempenho e sucesso no dispositivo.

Em linhas gerais, eu entendo que a OnePlus acertou tanto com o OnePlus 7 Pro (apesar da câmera pop-up ainda não ser a solução do meu agrado) e no OnePlus 7. São modelos top de linha que se diferenciam em detalhes que justificam as diferenças de valores. Podem competir bem em mercados pontuais, e ajudam a (de novo) deixar claro para um mercado inteiro que não é preciso vender um rim para ter um smartphone top de linha no bolso.

 

 

Se eu gostaria de ter um desses brinquedinhos comigo? É claro que sim. Mas, convenhamos: está difícil para um mero mortal como eu alcançar a felicidade de ter um smartphone como esse nas mãos. Mas… quem sabem um dia… quem sabe no futuro…

Nunca se sabe.