Os Chromebooks cresceram. O Chrome OS, também. E não apenas de tamanho, mas também na sua personalidade. Amadureceram, e de forma controlada e sustentável. A ponto de ir além de serem ameaças reais aos notebooks tradicionais.

Em nove anos de desenvolvimento, os Chromebooks deixaram para trás o status de notebooks de entrada. Hoje, contam com grandes telas, são potentes e podem oferecer um desempenho muito bom para a maioria das tarefas mais básicas do dia a dia.

Eu mesmo adoro o meu Acer Chromebook R11. Confesso que me preocupava a versatilidade que o produto oferecia quando ele foi anunciado (em 2015), mas hoje ele é o complemento perfeito para o meu trabalho fora do escritório.

Muito além de serem os substitutos dos netbooks, os Chromebooks tomaram de assalto as escolas norte-americanas, se tornando o líder de mercado dentro desse segmento.

 

 

Agora, com telas maiores, especificações de hardware mais potentes, maiores capacidades de armazenamento e a compatibilidade com os aplicativos Android, os Chromebooks se transformaram em ferramentas mais completas para tarefas específicas de produtividade, como edição de textos e fotos, além de dispositivos adequados para o entretenimento, como jogos e vídeos.

Com o uso diário dos Chromebooks, eu me convenci que estes são notebooks muito mais acessíveis ao grande público do que o Linux jamais foi. Aliás, você sabia que o Chrome OS possui suporte nativo ao Linux, permitindo assim uma experiência de desktop com esse sistema operacional?

O caminho do Chrome OS é receber no futuro o suporte aos aplicativos do Windows. É claro que isso vai demorar um pouco, mas vai valer a pena para muitos que precisam utilizar essas soluções em qualquer lugar, em notebooks com longa autonomia de bateria.

 

 

Por fim, os Chromebooks contam hoje com um papel importante junto ao usuário final: vender bem os serviços da Google. Seu funcionamento é 100% baseado nessas soluções, e o seu bom funcionamento ajuda (e muito) na hora de vender essa boa imagem desse sistema operacional.

Eu defendo os Chromebooks de forma ampla e irrestrita. Defendo toda essa funcionalidade e versatilidade que o Chrome OS me oferece. E, principalmente, esse ponto de maturidade que o sistema operacional alcançou nesses nove anos de jornada.