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Parem de dar moral para o cara com nome de bicicleta velha!

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Prioridades, Brasil!

A internet brasileira dá tanta moral para um cara com nome de bicicleta velha, que eu realmente me pergunto se a louça acumulada na pia não está criando família e filhos na cozinha de nossas casas.

Não só isso: ainda damos importância para o lixo que sai do esgoto que ele insiste em chamar de boca. Aquela bola de cocô que ele chama de cérebro não consegue mais ser processada, e suas “opiniões” acabam cheirando mal até no meu apartamento, que sequer recebe o seu conteúdo.

“Ain, seu invejoso! Ele tem o maior podcast do Brasil, e tem o direito de ter a opinião dele…”

Nem é podcast, pra começar. Mas você não está preparado para ter essa conversa…

 

 

 

Já deu, né gente…

A última que o cara que tem nome de bicicleta velha mandou no seu “podcast” foi a defesa da criação de um partido nazista no Brasil.

Eu poderia terminar o post por aqui e ir no banheiro vomitar diante de tamanha imbecilidade. Mas preciso escrever pelo menos 500 palavras dessa opinião de merda para o Google me enxergar.

Poderia também me poupar dizendo que a Constituição Federal considera o nazismo crime em todas as suas expressões e manifestações. Mas parece que algumas pessoas não entendem o quão perigosa é a prática do cara com nome de triciclo enferrujado.

Normalizar coisas como racismo, nazismo, homofobia, xenofobia, misoginia e outros preconceitos foi exatamente a mesma coisa que os nossos antepassados fizeram. É passar a ideia para os mais fracos de cabeça que tais conceitos são aceitáveis. É dar eco para os imbecis seguirem tratando os diferentes como seus alvos.

Logo, não dá para tratar isso como “questão de opinião”, pois nem é opinião válida. Sério, as pessoas deveriam ser proibidas de expressarem tais pensamentos pelo simples fato dessa suposta “livre expressão” ser crime no Brasil.

“Ain, seu invejoso… ele não está matando ninguém, ou sugerindo que as pessoas sejam preconceituosas…”

Não, ele não está fazendo isso.

Mas está vendendo a ideia que isso é normal e válido, e que as pessoas tem o direito de pensar assim. E, o mais grave: tudo isso pode fazer com que você, nerd raivoso que se diz fã de Star Wars mas defende de forma burra o Episódio II, entenda que é válido dizer que me odeia porque eu sou preto… e preto para você é bosta.

Sim. Já aconteceu comigo.

 

 

 

Vamos desmontar essa bicicleta velha?

Vamos. Passou da hora.

Já deu pra essa bicicleta velha. Cansei de ver esse saco de ideias enferrujadas e travadas pelo tempo passeando pela nossa sociedade. É irritante ver como ele consegue sempre alcançar o seu objetivo: permanecer em evidência pelos motivos errados.

Então, vamos aplicar o desmonte e a desconstrução de coisas ultrapassadas e arcaicas. É possível sim desmoralizar e, principalmente, desmonetizar “produtores de conteúdo” (lixo) que defendem a criação de partidos nazistas e o direito legítimo das pessoas em odiar negros e gays.

Esse tipo de pensamento precisa ser banido de nossas vidas rapidamente.

Denuncie as práticas da bicicleta velha para os seus anunciantes. A melhor forma para começar a derrubar essa bola de cocô falante é arrancando o dinheiro dele.

E… da próxima vez que for escrever sobre o cidadão, sequer use o apelido dele para isso. Espalhe a mensagem ao máximo, mas deixe que as pessoas pesquisem no Google as referências para saber de quem eu estou falando.

Nem está tão difícil de encontrar dessa vez. Só está difícil fazer com que essa merda desapareça do YouTube.


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@oEduardoMoreira